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Agitador tipo vortex

agitador tipo vortex

agitador tipo vortex

Um agitador tipo vortex é um dispositivo simples que é comumente usado em laboratórios para agitar pequenos tubos ou frascos de líquido. Consiste em um motor eléctrico com o veio de acionamento orientada verticalmente e ligada a um pedaço de borracha ou de taça de borracha montado em forma ligeiramente excêntrica. À medida que o motor gira a peça de borracha varia rapidamente em um movimento circular. Quando um tubo de ensaio ou recipiente adequado é colocado no suporte de borracha (ou de tocar o seu bordo), o movimento é transmitido para o líquido no interior e cria um vórtice. A maioria dos misturadores vórtice tem uma configuração de velocidade variável e pode ser configurado para ser executado de forma contínua, ou para operar somente quando a pressão fraca é aplicado à borracha. Eles têm pés de sucção copo na base para impedir o movimento.

O agitador tipo vortex é bastante comum nos laboratórios de ciências. Nos laboratórios de cultura de células e de microbiologia pode ser usado para suspender as células. Em laboratório, bioquímica ou análise pode ser usada para misturar os reagentes num ensaio experimental ou a mistura de uma amostra e de um diluente.

O tubo é suportado pela mão, enquanto a base de borracha em contacto com o tubo com a intensidade requerida agitada. são adequados para experiências de mistura, e as reacções para a dissolução rápida de amostras líquidas. A velocidade pode ser variada através de um interruptor, conforme necessário para cada experiência.

agitador tipo vortex

agitador tipo vortex

agitador tipo vortex foi inventado pelos irmãos Kraft (Jack A. Kraft e Harold D. Kraft), enquanto trabalhava para Scientific Industries (fabricante de equipamento de laboratório). A patente foi arquivada pelos irmãos Kraft 6 de abril de 1959 e concedida em 30 de Outubro 1962 (Patente dos EUA 3.061.280). A empresa continua a fabricar uma versão original deste vortex.

Uma alternativa para misturadores elétricos é a técnica de “vórtice Manual”, em que um vórtice é criado tocar manualmente o tubo de ensaio em um movimento para frente e para baixo com o dedo ou polegar. Isso geralmente leva mais tempo e muitas vezes resulta em uma suspensão insuficiente. Pode ser útil em alguns casos, quando não está disponível um misturador de vórtice, ou as forças envolvidas no vórtice pode danificar a amostra. Esta técnica não é recomendada quando cáusticos estão envolvidos. A técnica é mais apropriada para acelerar a formação de soluções que não requerem o fornecimento de energia cinética necessária para criar as suspensões.

Agitador tipo vortex AP59

Agitador tipo vortex AP59

O Agitador de Soluções Modelo AP 59 tipo Vortex, tem seu uso destinado à agitação de diferentes materiais e indicado para apoio laboratorial em geral. O Agitador de Soluções Modelo AP 59 permite melhores condições de trabalho com grande economia de tempo e boa qualidade nas diluições realizadas. Capacidade para tubos de até 30 mm de diâmetro, pequenos frascos reagentes e balões volumétricos. O Agitador de Soluções Modelo AP 59 é fabricado em caixa de polistireno (plástico), com pés em formato de ventosa tem total fixação na superfície na bancada. Com design arrojado e totalmente novo. Possui motor de 3.800 rpm, receptáculo de borracha sintética e controle eletrônico de velocidade. Pode funcionar de modo contínuo ou por pressão em seu receptáculo.

Marca: Phoenix-Luferco
Funcionamento: 110/220 volts.
Código Identificador SKU: 44512
Para adquirir este e outros produtos clique no link: Agitador de Soluções Modelo AP 59

 

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Autoclave

Como usar a autoclave

A autoclave é um aparelho utilizado pra esterilizar materiais para uso em laboratório. Utilizando o calor úmido sob pressão, seu principal objetivo é esterilizar causando a morte das células pela desnaturação das proteínas e destruição da membrana citoplasmática. Foi criada pelo inventor Charles Chamberland.

Configuração da autoclave:

Cilindro de metal resistente com a resistência;
Tampa com parafusos de orelha;
Válvula de segurança e de ar;
Chave para controle da temperatura;
Registro de Temperatura e pressão;
Chave de potência.

esquema da autoclave

esquema da autoclave

Como funciona:

Esta é uma das principais etapas do processo. O material a ser autoclavado deve ser preparado de forma que não aconteça contaminação após sua retirada da autoclave.
Para placas de Petri, espátulas, béqueres e vidrarias em geral deve-se embrulhar em um papel próprio para autoclaves.
Para a autoclavagem de meios de cultura deve-se colocar uma rolha feita de algodão na boca do tudo e cobrir com o papel de autoclave e passar a fita que indica a positividade da autoclavagem com indicação de cor ou cordão de gaze. Como mostra a figura ao lado. Para a retirada do material, deve esperar que esfriasse o pelo menos 50°C.

Nível de água: Deve-se adicionar água destilada o suficiente para que cubra a resistência. (Com isso, é certo o impedimento da oxidação do metal e evita danificar o equipamento).

Fechando a autoclave: Os parafusos devem ser fechados hermeticamente, em cruz, um após o outro até que a autoclave esteja totalmente segura e fechada.

Processo de autoclavagem: Após o fechamento da autoclave, deve-se esperar que saia pela válvula de ar um vapor, comparado ao de uma panela de pressão, quando isso acontecer deve-se fechar a válvula de ar e esperar que o registro marque a temperatura desejada. A temperatura varia para cada tipo de material, por exemplo, para autoclavagem de meios de cultura, alguns fabricantes aconselha autoclavar por 15 minutos a 120°C. Após verificar que a temperatura desejada foi alcançada, deve-se diminuir o nível da potência na chave que mostra a figura abaixo para o nível MÉDIO, e começar a contagem do tempo para autoclavagem, mesmo assim ainda é necessário verificar se a temperatura continua subindo, se isso acontece deve-se dispor a chave no mínimo. Em casos que mesmo no mínimo a temperatura continuar subindo, é aconselhado desligar o equipamento, abrir a válvula de ar e chamar a assistência técnica.

Autoclave de Bancada – Modelo AB 25 a 60 Litros

Autoclave AB 25 a 60 litros

Autoclave AB 25 a 60 litros

A Autoclave Horizontal de Bancada AB-25 25 litros apresenta tecla de secagem extra de mais 10 minutos para os casos em que o usuário julgar necessário o processo. Excelente precisão e monitoramento no controle da temperatura, obtidos por meio de uma termoresistência (PT-100). Câmara cilíndrica construída em aço inoxidável AISI 304, revestida externamente com material isolante ao calor, que além de otimizar o seu funcionamento, reduz o consumo de energia e não transfere calor ao ambiente. A Autoclave Horizontal de Bancada AB-25 25 litros possuem bandejas confeccionadas em aço inoxidável AISI 304, totalmente perfuradas para permitir uma boa circulação do vapor, garantindo excelente qualidade na esterilização. Porta em aço inoxidável AISI 304 fundido, com anel de vedação em borracha de silicone resistente a altas temperaturas.

A Autoclave Horizontal de Bancada AB-25 25 litros possui dispositivo que impede o funcionamento do equipamento com a tampa aberta. Sistema de fechamento da porta construído de forma robusta, dotado internamente de um rolamento de encosto que proporciona maior segurança e suavidade no manuseio. Os cabos são em baquelite, isolantes ao calor. Resistência elétrica de imersão, blindada e fabricada de tubo de aço inoxidável.

A Autoclave Horizontal de Bancada AB-25 25 litros possui um reservatório em aço inoxidável acoplado ao equipamento, com capacidade para 4,0 litros. Possibilita o reaproveitamento da água, permitindo vários ciclos de esterilização sem necessidade de reabastecimento. Gabinete em chapa de aço carbono, com tratamento anticorrosivo e pintura epóxi. Apresenta aberturas para ventilação tipo “venezianas”. Painel de controle com chave on/off, manômetro, display indicativo de tempo e temperatura e teclas de abastecimento, seleção dos ciclos, secagem extra e start/stop. Sistema eletrônico de segurança que desliga automaticamente caso a temperatura exceda em 3°C a temperatura programada.

A Autoclave Horizontal de Bancada AB-25 25 litros tem uma válvula de alívio de pressão regulada para atuar com pressão igual ou superior à MPTA (máxima pressão de trabalho admissível). Sistema elétrico de segurança com fusível de proteção e termostato de segurança para evitar a queima das resistências e dos materiais em caso de falta de água. Construída com base nas Normas ASME e ABNT e atende à Norma Regulamentadora NR 13.

Especificações:
Capacidade:
25 Litros
Dimensão interna cm: 30 x 35cm (diâmetro x altura)
Dimensão externa: 56 x 54 x 44 cm
Cesto interno: 3 unidades; 22 x 23cm (diâmetro x altura)
Potência: 1800w
Tensão: 110/220V
Peso: 42kg
Marca: Phoenix-Luferco
Código Identificador SKU: 17164

Para adquirir este e outros produtos clique no link: Autoclave Horizontal de Bancada AB-25 25 litros

 

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10 dicas para uma caminhada

10 dicas para uma caminhada

Siga as 10 dicas para uma caminhada e sinta as mudanças.

 

10 dicas para uma caminhada

10 dicas para uma caminhada

1. Faça um exame médico

Antes de sair andando ou correndo por aí, consulte um cardiologista e um ortopedista. O cardiologista vai analisar como está o seu sistema cardiovascular e o ortopedista fará uma avaliação, observando, se seus os joelhos estão em boas condições para a caminhada que você pretende fazer.

2. Invista em equipamentos de qualidade

Um bom tênis com sistema de amortecimento diminui o impacto da pisada e protege as articulações. Ao invés de peças de algodão, use short e camiseta de tecidos sintéticos, que facilitem a perda de calor, eles são mais leves e por isso, mais confortáveis.

3. Alongue-se

O alongamento é fundamental para aumentar a flexibilidade das pernas e preparar os músculos para a atividade física. Atenção com o alongamento depois da prática do exercício deve ser leve para não ultrapassar os limites do corpo. Lembre-se: após a atividade, há um desgaste natural em todo o corpo, portanto cuidado, pois podem ocorrer microlesões.

4. Hidrate-se

Caminhada ou corrida é uma questão de hábito e beber bastante água, porque ela vai sendo perdida conforme nos exercitamos. Em percursos mais longos, leve um squeeze para se hidratar.

5. Escolha o melhor local

Para quem está começando a caminhada, um terreno muito irregular ou íngreme contribui para problemas nas articulações. Forçar uma determinada região pode desenvolver uma tendinite ou uma torsão. Prefira a grama ou a esteira, se você ainda não está acostumado a dar voltas pelo bairro. Os cantos de ruas, geralmente são inclinados. Então, evite-os para não sofrer uma sobrecarga nos joelhos.

6. O melhor horário

Prefira os períodos do dia com temperatura mais amena para a caminhada. O calor excessivo acaba limitando seu treinamento. É melhor sair quando houver menos trânsito. Assim, você faz seu exercício com mais segurança e menos poluição.

7. Posição dos braços

Deixe os antebraços paralelos ao solo. Isso quer dizer que no plano, eles devem ficar em um ângulo de 90 graus em relação ao resto do corpo. Ao subir, a postura muda. Assim, você ganha equilíbrio, tornando todos os outros movimentos mais harmônicos para uma boa caminhada.

8. Sinal vermelho

Esse é um obstáculo inevitável para a caminhada ou corrida pelas ruas da cidade. E a ordem é não ficar parado. Por isso, quando não for possível prosseguir, dê pequenas voltas enquanto aguarda a luz verde. Ou vá até determinado ponto da calçada e retorne.

9. Respiração

Inspire pelo nariz e expire pela boca. Ao imprimir um ritmo mais veloz ao exercício, acaba-se abrindo a boca na hora errada para levar mais ar para os pulmões. Isso pode ser evitado — basta não acelerar mais do que o habitual.

10. Tome um banho frio

Após a atividade física, alongue-se levemente mais uma vez, como o recomendado no item 3, e fique embaixo d água em temperatura baixa. Uma ducha fria evita a inflamação dos músculos, relaxa a região e minimiza as dores.

Siga as 10 dicas para uma caminhada.

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Lesão Cervical – “Efeito Chicote” – Whiplash

Lesão Cervical - "Efeito Chicote" - Whiplash

Lesão Cervical – “Efeito Chicote” – Whiplash

Lesão Cervical – “Efeito Chicote” – Whiplash

A foto acima demonstra os danos no cérebro os efeitos de uma Lesão Cervical – “Efeito Chicote” – Whiplash na coluna cervical. Algo muito comum em acidentes de alta velocidade, (Inércia do choque + Peso da cabeça). Pode causar desde uma baita dor no pescoço até uma lesão muito séria.

O termo Lesão Cervical – “Efeito Chicote” – Whiplash refere-se a uma lesão que habitualmente ocorre num acidente de automóvel, quando a cabeça é projetada para trás (em hiperextensão) e depois para frente (em hiperflexão) de uma forma balística e inesperada. Este tipo de lesão provoca inúmeros danos aos tecidos moles da coluna cervical e não só, podendo causar uma fratura ou paralisia. Geralmente o “Efeito Chicote” é o resultado de um acidente de automóvel, mas pode ocorrer na prática desportiva ou mesmo, por exemplo, numa simples queda onde uma força inesperada é aplicada repentinamente no pescoço. Esses mesmos danos não só afetam as articulações, discos, ligamentos, músculos e nervos da cervical como toda a biomecânica da tão complexa coluna vertebral.

Lesão Cervical - "Efeito Chicote" - Whiplash

atleta Jaqueline no Pan de Guardalajara

Em Guadalajara, México – A atacante Jaqueline, da seleção brasileira de vôlei, fica fora dos Jogos Pan-Americanos. Sofreu fratura das vértebras C5 e C6, na coluna cervical ao se chocar com outra atleta brasileira.

Uma lesão às vértebras cervicais e aos tecidos moles adjacentes que ocorre por causa de um empurrão súbito ou por aceleração e desaceleração da cabeça. Uma maneira de causar essa lesão é estar em um veículo que é atingido de forma repentina e forte na parte traseira ou uma batida de cabeça com cabeça.

Lesão Cervical - "Efeito Chicote" - Whiplash

fratura vertebra

Quando um osso não puder suportar a pressão exercida sobre ele, ocorrerá uma ruptura ou fratura óssea. Uma fratura exposta (na qual o osso rompe a pele) pode infeccionar facilmente. Quando uma criança deixa de movimentar um braço ou perna machucados algumas horas após um acidente, ou se ela continuar a chorar quando a área lesada é tocada, deve-se presumir que a criança pode ter um osso quebrado e procurar auxílio médico. Às vezes é difícil saber se o osso foi deslocado ou quebrado. Ambas as situações representam uma emergência. As medidas básicas de primeiros socorros são as mesmas para os dois casos.

Lesão Cervical - "Efeito Chicote" - Whiplash

Colar Cervical BC0161-A

Um colar cervical é um equipamento médico usado para imobilizar a medula espinhal e suportar a cabeça do paciente. O colar cervical restringe o movimento do pescoço durante o tratamento de traumatismos, torcicolos, artrites, entre outros. Possui bordas estofadas e perfurações que facilitam a transpiração, além de fechos aderentes que permitem o ajuste de altura. Traumatismos, torcicolos, artrites, artrites reumatóides, artroses, somatizações e outras afecções da coluna cervical. Tratamentos que necessitem imobilização média do pescoço.

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Meios de cultura

Meios de cultura

Meios de cultura

Meios de cultura consistem da associação qualitativa e quantitativa de substâncias que fornecem os nutrientes necessários ao desenvolvimento (cultivo) de microrganismos fora do seu meio natural. Além dos nutrientes é preciso fornecer condições favoráveis ao desenvolvimento dos microrganismos, tais como pH, pressão osmótica, umidade, temperatura, atmosfera, dentre outras.

Meios de cultura

meios de cultura

Os meios de cultura são classificados quanto ao estado físico em sólidos, quando contém agentes solidificantes, ágar (cerca de 1 a 2,0 %) semi-sólidos, quando a quantidade de ágar e ou gelatina é de 0,075 a 0,5 % e líquidos, sem agentes solidificantes, apresentando-se como um caldo, utilizados para ativação das culturas, repiques de microrganismos, provas bioquímicas, dentre outros.

Meios de cultura

Meios de cultura básicos são aqueles que permitem o crescimento bacteriano, sem satisfazer nenhuma exigência em especial.
Preparar meios de cultura – Caldo Simples

Formulação:
Extrato de carne………… 0,3 g
Peptona……………………. 1,0 g
ClorEto de sódio………… 0,5 g
Água destilada………….. 100,0 ml

O ágar simples é obtido adicionando-se 1,0 a 1,5 % de ágar-ágar ao meio de caldo simples (o meio pode ficar um pouco amolecido, a depender da qualidade do ágar). Aumentando-se a concentração de ágar para 2,0% o meio fica bem sólido e pode-se evitar que certos microrganismos se espalhem, como os Proteus (Proteus é um gênero de bactérias gram-negativas com coloração vermelha) da família Enterobacteriaceae).

Preparação dos equipamentos (vidrarias)
1. Pesar as substâncias e colocá-las em um béquer (a exceção do ágar).

Meios de cultura

vidrarias de laboratório

2. Acrescentar a metade dos 100 ml de água destilada ou desmineralizada, medida com uma proveta.
3. Dissolver os ingredientes em água agitando continuamente com um bastão de vidro ou com um agitador elétrico (uso de barra magnética), evitando a formação de espuma. Após a formação de uma suspensão homogênea, completar o volume do meio com o restante da água.
4. Quando necessário, dissolver os ingredientes do meio de cultura em banho-maria, vapor fluente em autoclave ou utilizando a chama do bico de Bunsen, ou chapa aquecedora elétrica, protegida com tela de amianto, ou ainda em forno de microondas, até a ebulição, agitando sempre. Evitar o aquecimento desnecessário.

Meios de cultura

banho maria retangular

5. Filtrar em papel de filtro qualitativo para retirar as impurezas.
6. Verificar o pH através de potenciômetro ou fita indicadora de pH e ajustar para 7,2 usando solução de ácido lático (0,1 %) ou hidróxido de sódio (1,0 N), com pipeta de 1 mililitro, gotejando aos poucos. O pH do “ágar simples” é ajustado antes da adição do ágar-ágar.
7. Distribuir 50 ml do meio em tubos de ensaio (5 a 7 ml por tubo).
8. Tamponar os tubos protegê-los com papel e amarrá-los com barbante.
9. Esterilizar em autoclavea 121°C (1 atmosfera de pressão) por 20 minutos. Deixar dois tubos sem esterilizar, incubá-los a 37°C por 24 a 48 horas, para constatar a necessidade de esterilização.
Observação: Alguns meios de cultura são preparados da mesma forma, porém se for necessário utilizar algumas substâncias termolábeis (uréia) ou que reajam com as substâncias dos meios (aminoácidos, açúcares), as mesmas são esterilizadas à parte ou por filtração utilizando Filtro Seitz ou Filtros contendo membranas (de nitrocelulose ou acetato de celulose) com poros de 0,22um de diâmetro (Millipore, Sartorius), e depois incorporadas, assépticamente, ao meio previamente esterilizado. Ainda, podem ser esterilizados por tindalização, também conhecida como esterilização fracionada (100°C por 1 hora por 3 dias consecutivos, intercalados por incubação entre 30 a 45°C), ou a 110°C por 10 a 15 minutos, a depender do tipo e carga microbiana.

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O método Pilates

O método Pilates

Exercícios Básicos – O método Pilates

O método Pilates

Os exercícios para Joseph Pilates se baseam no fortalecimento muscular com alongamentos: “Se um indivíduo tem 20 anos e está encurtado, é um velho. Porém se tem 60 anos e tem flexibilidade e força é um jovem”. O método Pilates dimensiona os tópicos abaixo:
Concentração: Os exercícios devem ser realizados sempre com muita atenção. Sua mente e seu corpo trabalhando juntos, os movimentos terão maior eficiência.
Controle: Os movimentos completamente controlados pela mente. Os movimentos e atividades devem ser realizados com determinação. com o método Pilates
Precisão: A precisão está relacionada com o controle. Pilates dizia: “Concentre-se nos movimentos corretos cada vez que você fizer o exercício”. Os movimentos devem ser coordenados para assumir o controle do corpo e realizar movimentos sempre corretos.
Centro: Joseph Pilates chamou de “Centro de Força (Powerhouse)“: abdômen, paravertebrais lombares e glúteos. Todos os exercícios de Pilates tem como foco o fortalecimento do powerhouse, para proporcionar a estabilização do dorso durante todos os movimentos.
Respiração: Pilates ressalta a importância de manter a circulação do sangue pura. A pureza é o resultado de uma respiração adequada ao exercício, oxigenando-se o sangue e eliminando gases nocivos. O método Pilates tem como regra geral, o aluno deve inspirar quando se prepara para fazer um movimento, e expirar quando o executa.
Movimento Fluido: Os movimentos são realizados de forma harmônica, contínuos e ritmados. O praticante do método Pilates deve manter o alinhamento corporal, evitando possíveis compensações, que podem levar a exercícios inadequados, constituindo-se como possíveis causadores de lesões.

 

 

 

 

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Thera Band

Thera Band

exercícios com Thera-Band

Thera Band

Thera-Band são faixas elásticas de alta qualidade para fitness, treinamento, reabilitação física e fisioterapia. Um sistema progressivo com cores-código na apresentação das faixas torna fácil o seu uso. Recomendadas por médicos e fisioterapeutas, a faixa elástica TheraBand proporciona o fortalecimento dos músculos e aumento da resistência, ao mesmo tempo que trazem um aumento de flexibilidade e equilíbrio.

Horas sentado no trabalho com postura incorreta, maneira errada de sentar em frente do computador, bolsas e mochilas pesadas nas costas, filhos pequenos no colo…
Seja qual for o motivo, todo mundo já sentiu ou vai sentir aquela dor lombar e isso não é apenas uma suposição, a informação é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que afirma que todas as pessoas enfrentarão essa dor ao menos uma vez na vida.
Para combater esse incômodo, na maioria dos casos o tratamento é feito com exercícios físicos onde podemos utilizar as faixas elásticas Thera-Band. A prática corrige a postura, realinhando a coluna e fortalecendo a musculatura abdominal e das costas.

indicações:
Thera Band é utilizada na reabilitação de lesões, reversão de lesões reincidentes, uso pós-cirúrgico, treinamento esportivo, fitness e condicionamento corporal, fisioterapia, terapia ocupacional, ortopedia, medicina esportiva, pediatria, geriatria, ginastica laboral, terapia manual, quiropraxia, neurologia, medicina do trabalho, educação física, cuidados intensivos.

benefícios:
A Thera Band promove o fortalecimento muscular e articular, tanto em programas de reabilitação quanto em programas de fitness ou condicionamento físico.

modo de usar:
Thera Band podem ser usadas em exercícios de pernas, braços, abdômen, peitoral e glúteos. Após seu uso lave as faixas em água limpa e abundante para remover resíduos. Deixe secar completamente e, após, polvilhe com talco.

Possui 3 níveis: fraca, média e forte.

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Barra de Ling ou Espaldar

Barra de Ling ou Espaldar

Per Henrik Ling

Barra de Ling ou Espaldar

Per Henrik Ling, um suéco que em 1813 organizou a massagem e os exercícios terapêuticos num sistema que se tornou conhecido como ginástica médica. Os seguidores de Ling continuaram seu trabalho e por volta de 1860 havia institutos similares na Inglaterra, França, Áustria, Alemanha e Rússia.

O equipamento

A Barra de Ling ou Espaldar é empregado para realização de exercícios de correção postural, alongamento do tronco, membros superiores e inferiores e para fortalecimento dos músculos superiores.
Há relatos que a Barra de Ling ou Espaldar é indicado para pacientes com sequelas osteoligamentares da coluna vertebral, quadril, joelho e tornozelo, como também para a cintura escapular e cotovelo. Tem sido descrita também para auxiliar no treinamento da passagem da sedestação (posição sentado) para a posição ortostática (posição vertical) e a Barra de Ling ou Espaldar é utilizado ainda como mecanismo de fortalecimento de peitorais e intervêm em casos de bloqueios articulares de membro superior e inferior.

Barra de Ling ou Espaldar

Barra de Ling ou Espaldar

Nas escolioses, a Barra de Ling ou Espaldar pode ser realizado de acordo com o nível da curvatura com exercícios nas posições de pé ou suspensos, utilizando o próprio peso corporal tentando uma correção da postura do paciente. Com a finalidade de promover um aumento na amplitude articular do quadril, joelho, tornozelo, metatarso, falangiana, o paciente deve adotar a posição ortostática e apoiando-se com as mãos às barras faz elevação do corpo e em seguida, se abaixa até a posição de cócoras e em seguida voltando a ortostase. Esse exercício pode ser usado para restaurar a mobilidade do joelho em pós-operatório após rompimento do ligamento cruzado anterior. A Barra de Ling ou Espaldar também é usado nos bloqueios das articulações dos membros superiores. Nestes casos o paciente adota a posição ortostática, segurando a barra no mesmo nível dos ombros e com os cotovelos estendidos, ele procura se aproximar, flexionando os cotovelos e voltando à posição original. O resultado desse exercício é o aumento da amplitude articular.

Barra de Ling ou Espaldar

Espaldar madeira Regulagem

A Barra de Ling ou Espaldar com regulagem serve de suporte para diversos exercícios de alongamento e fortalecimento muscular, especialmente dos músculos da coluna vertebral, amplitude de movimento, força e flexibilidade.
Barra de Ling ou Espaldar com regulagem é usado para fixar exercitadores elásticos (em tubos ou em faixas).
Auxilia na reabilitação motora com acompanhamento e orientação de um fisioterapeuta.
Barra de Ling ou Espaldar com regulagem deve ser fixo na parede por buchas convencionais e a distância entre parede e o espaldar deve ter aproximadamente 13,5 cm para o seu correto aproveitamento nos exercícios. Ele é confeccionado em madeira da espécie Lyptus Grandis certificada pela FSC e obtida através de fontes renováveis. Certificação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Devem ser utilizados em clínicas de reabilitação, de neurologia, estúdios de pilates, yoga, academias, RPG entre outros…

A utilização da Barra de Ling ou Espaldar:
Em clínicas de reabilitação, de neurologia, estúdio de pilates, yoga, academia, RPG e outros

Barra de Ling ou Espaldar

Exercícios com o espaldar

Medidas do Produto:
Altura: 226cm
Comprimento: 48cm
Largura: 80cm
Peso: 21,5 kg

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