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10 dicas para uma caminhada

10 dicas para uma caminhada

Siga as 10 dicas para uma caminhada e sinta as mudanças.

 

10 dicas para uma caminhada

10 dicas para uma caminhada

1. Faça um exame médico

Antes de sair andando ou correndo por aí, consulte um cardiologista e um ortopedista. O cardiologista vai analisar como está o seu sistema cardiovascular e o ortopedista fará uma avaliação, observando, se seus os joelhos estão em boas condições para a caminhada que você pretende fazer.

2. Invista em equipamentos de qualidade

Um bom tênis com sistema de amortecimento diminui o impacto da pisada e protege as articulações. Ao invés de peças de algodão, use short e camiseta de tecidos sintéticos, que facilitem a perda de calor, eles são mais leves e por isso, mais confortáveis.

3. Alongue-se

O alongamento é fundamental para aumentar a flexibilidade das pernas e preparar os músculos para a atividade física. Atenção com o alongamento depois da prática do exercício deve ser leve para não ultrapassar os limites do corpo. Lembre-se: após a atividade, há um desgaste natural em todo o corpo, portanto cuidado, pois podem ocorrer microlesões.

4. Hidrate-se

Caminhada ou corrida é uma questão de hábito e beber bastante água, porque ela vai sendo perdida conforme nos exercitamos. Em percursos mais longos, leve um squeeze para se hidratar.

5. Escolha o melhor local

Para quem está começando a caminhada, um terreno muito irregular ou íngreme contribui para problemas nas articulações. Forçar uma determinada região pode desenvolver uma tendinite ou uma torsão. Prefira a grama ou a esteira, se você ainda não está acostumado a dar voltas pelo bairro. Os cantos de ruas, geralmente são inclinados. Então, evite-os para não sofrer uma sobrecarga nos joelhos.

6. O melhor horário

Prefira os períodos do dia com temperatura mais amena para a caminhada. O calor excessivo acaba limitando seu treinamento. É melhor sair quando houver menos trânsito. Assim, você faz seu exercício com mais segurança e menos poluição.

7. Posição dos braços

Deixe os antebraços paralelos ao solo. Isso quer dizer que no plano, eles devem ficar em um ângulo de 90 graus em relação ao resto do corpo. Ao subir, a postura muda. Assim, você ganha equilíbrio, tornando todos os outros movimentos mais harmônicos para uma boa caminhada.

8. Sinal vermelho

Esse é um obstáculo inevitável para a caminhada ou corrida pelas ruas da cidade. E a ordem é não ficar parado. Por isso, quando não for possível prosseguir, dê pequenas voltas enquanto aguarda a luz verde. Ou vá até determinado ponto da calçada e retorne.

9. Respiração

Inspire pelo nariz e expire pela boca. Ao imprimir um ritmo mais veloz ao exercício, acaba-se abrindo a boca na hora errada para levar mais ar para os pulmões. Isso pode ser evitado — basta não acelerar mais do que o habitual.

10. Tome um banho frio

Após a atividade física, alongue-se levemente mais uma vez, como o recomendado no item 3, e fique embaixo d água em temperatura baixa. Uma ducha fria evita a inflamação dos músculos, relaxa a região e minimiza as dores.

Siga as 10 dicas para uma caminhada.

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Caminhada perfeita

Caminhada perfeita

Sempre com a postura correta

O que deve ser observado para a caminhada perfeita é a postura correta, que se modifica com a intensidade do exercício. Ande da forma mais natural e confortável possível. A má postura pode ser causada por níveis inadequados de flexibilidade e força muscular prejudicando a caminhada perfeita.
Uma correção  pode ajudar o caminhante a ter a maior eficiência e melhor desempenho, então aqui vão algumas dicas:

caminhada perfeita

caminhada perfeita

Cabeça:
Deve permanecer alinhada com a coluna em equilíbrio. Evite ficar olhando muito para baixo para não  tensionar a musculatura do pescoço. Mantenha o olhar alguns metros à frente e o queixo paralelo ao chão.

Ombros:
Devem ficar abaixados e levemente pata trás, mas de forma relaxada e não caídos. Ombros elevados ou tensionados por muito tempo causam dor no pescoço e podem prejudicar o movimento dos braços.

Abdomen:
Mantenha levemente contraído.

Braços:
Seu balanço deve ser natural e está relacionado à frequência da passada na caminhada perfeita. À medida que se torna mais rápida, os cotovelos se flexionam até um ângulo de 90ºraus e os braços perdem o movimento pendular. Quando os braços vão para a frente, não devem passar o centro do corpo nem ir além do esterno (osso central logo abaixo do pescoço).

Quadril:
A pélvis deve ficar em uma posição neutra para que o quadril realize uma rotação leve e natural, que aumenta com maior a frequência da passada. Numa caminhada perfeita, ele se move em rotação para frente e para trás com o mínimo de jogo lateral.

Pernas:
O comprimento da passada varia em relação ao comprimento da perna, à rigidez do tendão do joelho e à rigidez do tendão do joelho e à rotação da pélvis. No início com passos firmes, mas confortáveis. Quando aumentar a intensidade da caminhada, as pernas precisam ser impulsionadas para frente com maior rapidez para aumentar a velocidade. É preciso se concentrar em aumentar a frequência e não o tamanho da passada. Quando a perna direita vai para a frente, a esquerda ou apoio deve ficar esticada.

Inclinação para frente:
Essa inclinação tende a aumentar a partir de uma intensidade moderada (6,4 km/h ou o ritmo de 9min20/km), com o objetivo de obter maior impulso. A inclinação deve ser a partir do tornozelo, levantando todo corpo à frente e não apenas o tronco. Uma flexão prolongada e excessiva a partir do quadril provoca dor ou desconforto na região lombar.
Seguindo os modelos acima durante a caminhada estamos contribuindo para uma postura correta e principalmente prevenindo doenças vasculares, diabetes e as dores localizadas.

 

 

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Benefícios da caminhada

beneficios da caminhada

beneficios da caminhada

Benefícios da caminhada

1. Melhora a circulação

Num estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, prova que caminhar durante 40 minutos reduz a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.  A caminhada faz as válvulas do coração trabalharem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo.

2. Deixa o pulmão mais eficiente

O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.
A prática da caminhada, ajuda a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite.

3. Combate a osteoporose

O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.

4. Afasta a depressão

Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.
Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo.

5. Aumenta a sensação de bem-estar

Uma caminhada em parques e jardins, podem melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima.

6. Deixa o cérebro mais saudável

Caminhar diariamente é um ótimo exercício para o corpo ficar em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumentam a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos.

7. Diminui a sonolência

A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. A adrenalina deixa o corpo mais disposto depois do exercício. A caminhada melhora a qualidade do sono de noite.
Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia.

8. Mantém o peso em equilíbrio e emagrece

O maior benefício da caminhada é que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas.
A pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular.

9. Controla a vontade de comer

Uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade de comer doces. Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida.

10. Protege contra derrames e infartos

Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo.

11. Diabetes

A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.
Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes.

 

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Placa de Petri

Os cientistas ficavam frustrados ao estudar culturas de células antes de 1877, os recipientes usados eram tigelas ou garrafas, mas era difícil de trabalhar e ficavam contaminados, quando Richard Petri criou o instrumento que hoje leva seu nome:

A Placa de Petri.

Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.

desenho de Julius Richard Petri

Julius Richard Petri nasceu em Barmen no dia 31 de maio de 1853 e morreu em Zeitz no dia 20 de dezembro de 1921, foi um importante bacteriologista alemão. Petri estudou medicina na Kaiser-Wilhelm-Academia para Médicos Militares de 1871 a 1875 e recebeu o diploma de medicina em 1876. Continuou os estudos no Hospital Charité em Berlim e serviu como médico militar até 1882.

Entre 1877 e 1879, foi designado para o Kaiserliches Gesundheitsamt (Gabinete Imperial de Saúde) em Berlim, onde se tornou assistente de Robert Koch médico, patologista e bacteriologista. Petri criou um recipiente redondo com tampa e de pequeno porte ( Placa de Petri), que fez o processo científico tornar-se fácil de executar, permitindo que as células amadurecessem rapidamente com o auxílio de uma mistura de crescimento, transformando-se em modelos mais simples para análise e desenvolveu a técnica de cultura em ágar para purificar e clonar colônias de bactérias derivadas de uma única célula. Com este avanço, foi possível identificar com rigor bactérias responsáveis por certas doenças.

Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.

Kit Clássico da Placa de Petri

Hoje a descrição de uma Placa de Petri ou caixa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios. O nome foi dado a este instrumento de laboratório em honra Julius Richard Petri. Normalmente para ser usada em microbiologia a Placa de Petri é parcialmente cheia com um caldo líquido de ágar onde estão misturados alguns nutrientes, sais e aminoácidos, de acordo com as necessidades específicas do metabolismo do micróbio a estudar. Depois que o ágar se solidificar é colocado uma amostra contaminada pelo micróbio (alguns micróbios têm de ser colocados enquanto o ágar se encontra quente).

Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.

Placa de Petri empilhada

Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.

Placa de Petri – bactéria

As Placas de Petri modernas podem vir dotadas de anéis que seguram a tampa à base, quando empilhadas, para evitar deslizamentos.

 

Placa de Petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro, metal ou plástico que biólogos utilizam para a cultura de micróbios.

Placa de Petri – germinação

Além deste uso (placa de ágar), a Placa de Petri é utilizada para observar a germinação das plantas e de grãos de pólen ou para observar o comportamento de pequenos animais, entre outros.

 

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Esteroides Anabolizantes

O principal responsável pelos efeitos colaterais provocados pelo uso de esteroides anabolizantes é um hormônio: DIHIDROTESTOSTERONA (DHL).

esteroides anabolizantes

esteroides anabolizantes

Os androgênios são usados na medicina desde a década de 30 e até hoje tem muitas finalidades na área médica, como no tratamento da caquexia (perda de peso, atrofia muscular, fadiga, fraqueza e perda de apetite por desnutrição) em doentes com câncer e HIV, nos jovens com atraso de puberdade, no hipogonadismo, (termo médico para um defeito no sistema reprodutor que resulta na diminuição da função dos ovários ou testículos) e na andropausa;
Os esteroides anabolizantes são um grupo de hormônios ligados aos androgênios, os hormônios masculinos. Muitos atletas e frequentadores de academia têm feito uso de androgênios sintéticos visando aumento do desempenho competitivo e aumento de massa muscular para fins estéticos. O androgênio natural produzido é a testosterona, responsável pela massa muscular, pela distribuição de pelos e a voz mais grossa do sexo masculino. Os hormônios masculinos são produzidos nos testículos e na suprarrenal.

Os esteroides anabolizantes mais comuns são: Nandrolona (Deca Durabolin), Estanozolol (Winstrol), Androstenediona (Andro)*, Dehidroepiandrosterona (DHEA)*, Oxandrolona (Anavar), Oximetolona (Anadrol-50 ), Dihidrotestosterona (DHT) e a Metiltestosterona.

esteroides anabolizantes

esteroides anabolizantes

Em 2002 surge uma nova classe de esteroides anabolizantes sintéticos, chamados de “designer steroids”, voltados exclusivamente para atletas, foram projetados para não serem detectados nos exames antidopings. São drogas não testadas em estudos clínicos e não aprovadas para uso médico. É a classe mais perigosa de anabolizantes porque não existindo trabalhos científicos sobre seus riscos e efeitos, os usuários são as cobaias.

 

Os mais famosos são:
Tetrahidrogestrinona (THG)
Desoximetiltestosterona (Madol)
Norboletona (Genabol)

 

 

 

Efeitos Colaterais – Esteroides Anabolizantes

esteroides anabolizantes

esteroides anabolizantes

Calvície:

O DHL fecha o folículo capilar e acelera o processo de calvície assim interrompe o crescimento do cabelo;

Hipertrofia Prostática:

O DHL tem um papel importante no mecanismo de aumento prostático, podendo levar o consumidor a impotência;

Acne:

O DHL faz com que as glândulas sebáceas produzam mais óleo, isto é combinando as bactérias do ar e a pele seca, formam a acne;

Agressividade:

Causa agressividade por ser uma droga andrógena, alteração da voz, comportamentos agressivos e distúrbios psiquiátricos;

Hepatite:

Alguns androgênios são tóxicos ao fígado, podendo levar a hepatite e falência hepática. Um dos principais é o estanozolol (Winstrol);

Hipertensão:

Há um risco maior de morte súbita por doenças cardíacas em usuários de anabolizantes, mesmo quando jovens e não apresentam doença cardíaca prévia. Isso ocorre, pois os esteroides provocam grande retenção de líquidos, inclusive no sangue, fazendo que aumente o volume, em consequência de alterações na pressão arterial;

Limitação do Crescimento:

Alguns tipos de esteroides usados em longa duração ou em quantidades abusivas, tem como efeito colateral o fechamento prematuro dos discos de crescimento localizado nas epífises ósseas;

Aumento do Colesterol:

Existe também uma incidência maior de hipertensão nos usuários de esteroides anabolizantes. Os esteroides anabolizantes são um tipo de colesterol e tem como efeito colateral o acúmulo de LDL e diminuição do DHL. (colesterol bom (HDL) e colesterol ruim (LDL));

Eritrocitose:

É o aumento dos glóbulos vermelhos e hemácias. É o oposto da anemia.

Virilização em Mulheres:

As mulheres passam desenvolver características masculinas como voz grossa, alargamento da mandíbula, aumento do clitóris, calvície, crescimento de pelos na face e cessação da menstruação.

Adolescentes:

Os anabolizantes interrompem o crescimento e aceleram a puberdade quando tomados pelo jovem.

Ginecomastia:

Quando se toma grandes quantidades de testosterona, grandes quantidades viram estradiol e estimulam o desenvolvimento de mamas. O excessivo desenvolvimento dos mamilos em indivíduos do sexo masculino é conhecido popularmente como “TETA DE VACA”;

Dores de Cabeça:

A dor de cabeça também é ocasionada em função dos esteroides mais androgênicos e dos efeitos da elevação da pressão arterial;

Impotência e Esterilidade:

No início do tratamento com esteroides, o homem passa por uma fase de excitação sexual com o aumento da frequência das ereções, entretanto dura por apenas algumas semanas, isto se reverte gradualmente até a perda do interesse sexual. Esse desinteresse é o resultado da redução da produção de testosterona devido à elevação excessiva de testosterona no corpo;

Insônia:

Os anabolizantes tem um efeito de estimulante no sistema nervoso central, que provoca insônia;

Hepatoxidade:

O fígado é prejudicado ou lesionado pelos esteroides mais tóxicos, porém estas lesões são reversíveis tão logo o uso seja interrompido;

Problemas com Tendões e Ligamentos:

Os esteroides anabólicos faz com que os músculos se desenvolvam rapidamente, e este desenvolvimento não é acompanhado pelos tendões e ligamentos que se desenvolvem lentamente, isto causa problemas para tendões e ligamentos como: inflamação, inchaço e até ruptura.

 

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Cachalote

O cachalotes apesar de ser da família dos golfinhos é considerada pela Comissão Internacional da Baleia (CIB) como baleia. É uma espécie que está vulnerável à extinção. Vive em águas afastadas da costa e faz mergulhos profundos. Não faz migração para reprodução. No litoral brasileiro a espécie é mais encontrada nas águas das regiões Sul e Sudeste. Segundo o Centro de Mamíferos Aquáticos, não é frequente encalhes deste animal.

É o maior cetáceo com dentes e a principal característica do cachalote é a sua cabeça grande retangular, que corresponde até 40% do seu comprimento total.

Cachalote

Características principais: O cachalote é o maior cetáceo com dentes e sua principal característica é sua cabeça grande retangular, que corresponde até 40% do seu comprimento total. Sua coloração é escura e uniforme, indo do cinza ao marrom. A pele do cachalote é enrugada, principalmente na parte posterior do corpo.

Tamanho: Os cachalotes machos podem atingir os 18 metros, as fêmeas raramente ultrapassam os 12 metros.

Os cachalotes machos podem atingir os 18 metros, as fêmeas raramente ultrapassam os 12 metros.

Tamanho do cachalote

Peso: O peso médio do macho é de 45 toneladas e o peso da fêmea pode chegar a 20 toneladas.
Gestação e maturidade sexual: A gestação dos cachalotes dura cerca de 540 dias, 18 meses, nasce apenas uma cria, pesando cerca de 1 tonelada e medem cerca de 3,5 a 4 metros.

Distribuição: Desde os trópicos até às bordas dos bancos de gelo flutuante em ambos os hemisférios, apenas os machos se aventuram a atingir os extremos do norte e sul.

Os cachalotes preferem águas profundas e límpidas, já que nos seus mergulhos em busca de comida gosta de descer a grandes profundidades por longos períodos.

Longevidade: Os cachalotes podem viver até perto dos 80 anos.

Sua coloração é escura e uniforme, indo do cinza ao marrom. A pele do cachalote é enrugada, principalmente na parte posterior do corpo.

Cachalote

Etimologia

A palavra cachalote tem origem em cachola, termo coloquial usado para designar cabeça, no termo gascão (região no sudoeste da França) cachau (dentes grandes) ou ainda no termo catalão quitxalot. A sua designação em língua inglesa, sperm whale, é uma contração de spermaceti whale (baleia de espermacete). Esta baleia tem como característica o fato de possuir na cabeça uma substância cerosa de cor leitosa, o espermacete. A forma e a enorme cabeça do cachalote levaram muitos a descrevê-lo como o arquétipo de baleia.

O cachalote foi categorizado pela primeira vez por Lineu, que em 1758 reconheceu quatro espécies no gênero Physeter. Porém, não passou muito tempo até que os peritos concluíssem que constituíam uma única espécie.

Anatomia e morfologia

A pele do dorso do cachalote apresenta geralmente protuberâncias. Apesar da sua cor cinzenta, pode parecer castanho à luz solar e há registos de cachalotes albinos brancos. O cérebro do cachalote é o maior e mais pesado de entre os cérebros de todos os animais (modernos ou extintos) conhecidos, pesando em média aproximadamente 7 kg num macho adulto.

Os cachalotes têm de 17 a 29 pares de dentes e cada dente pode chegar a pesar 1 kg.

dente de cachalote

Os cachalotes têm de 17 a 29 pares de dentes com forma cônica na mandíbula inferior, cada um com 8 a 20 cm de comprimento, podendo atingir os 25 cm e os 500 gramas de peso. Cada dente pode chegar a pesar 1 kg.

O espermacete é uma substância cerosa encontrada na cabeça do cachalote.

Grafico - Espermaceti

Espermacete

O espermacete é uma substância cerosa e de cor ambar encontrada na cabeça do cachalote. Este termo deriva do latim sperma ceti (com ambas as palavras de origem grega) que significa esperma de baleia (ou mais exatamente esperma do monstro marinho). No entanto, o espermacete não é o esperma da baleia, mas foi erradamente identificado como tal pelos primeiros baleeiros. Foi muito procurado com várias aplicações comerciais em óleos para relógios, fluidos de transmissão, lubrificantes de lentes fotográficas e instrumentos delicados usados em grandes altitudes, cosméticos, velas, aditivos em óleos de motor, glicerina, compostos antiferrugem, detergentes, fibras químicas, vitaminas e mais de 70 compostos farmacêuticos.

Foi muito procurado com várias aplicações comerciais em óleos para relógios, fluidos de transmissão, lubrificantes de lentes fotográficas e instrumentos delicados usados em grandes altitudes, cosméticos, velas, aditivos em óleos de motor, glicerina.

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Vela Cera Baleia

O espermacete é encontrado no órgão do espermacete à frente e por cima do crânio da baleia e também na parte frontal da cabeça acima da mandíbula superior. O espermacete é uma substância muito peculiar composta exclusivamente por ésteres e triglicéridos. O órgão do espermacete pode conter até 2000 litros de espermacete.

Uma das funções do órgão do espermacete é servir como órgão de mergulho ou de flutuação. No início de um mergulho, é aspirada água fria que passa pelo órgão do espermacete provocando a solidificação da cera. O aumento do peso específico gera uma força descendente (equivalente a 40 kg) permitindo que os cachalotes possam submergir sem esforço. Durante a perseguição das presas a grande profundidade (mais de 2000 metros) o oxigênio armazenado é consumido e o calor produzido derrete o espermacete, o que permitirá a ascensão mais fácil do cachalote.

Outras hipóteses sobre o espermacete: Uma delas e na qual se inspira a obra de Melville (Moby Dick) é a possibilidade do órgão de espermacete ter evoluído como um tipo de aríete usado em lutas entre machos rivais.

Esta hipótese é consistente com os afundamentos dos navios americanos Essex (1820) e Ann Alexander (1851) devido a ataques de cachalotes com peso estimado em cerca de um quinto do peso dos navios. Além de funcionar como aríete, o órgão do espermacete também funciona como amortecedor.

A outra possibilidade é a de que o órgão do espermacete é utilizado como auxiliar na ecolocalização. A forma do órgão poderá focar ou alargar o feixe de som emitido em qualquer momento, utilizando-o, inclusive, como resposta acústica a comportamentos de seleção sexual.

Respiração

Os cachalotes respiram ar à superfície da água através de um único espiráculo em forma de “S”. O espiráculo está situado no lado esquerdo da parte frontal da cabeça. Respiram 3 a 5 vezes por minuto quando em repouso, aumentando esta frequência para 6 a 7 vezes por minuto após um mergulho. O sopro consiste de um único e ruidoso jorro de água que pode elevar-se até 15 metros sobre a superfície da água, apontando para frente e para a esquerda com um ângulo de 45°C.

Alimentação

Os cachalotes alimentam-se de várias espécies, em particular lulas-gigantes, potas, polvo e vários peixes como raias, mas principalmente de lulas de tamanho médio.

Lula X Cachalote

Os cachalotes alimentam-se de várias espécies de cefalópodes, em particular lulas-gigantes, sépias, polvos e vários peixes como raias, mas principalmente de lulas de tamanho médio. Praticamente tudo o que se sabe sobre as lulas-gigantes que vivem a grande profundidade foi descoberto a partir de exemplares encontrados nos estômagos de cachalotes capturados.

Os cachalotes são comedores extraordinários, podendo comer cerca de 3% do seu peso diariamente. O consumo anual total de presas pelos cachalotes em todo o mundo está estimado em 100 milhões de toneladas – Um número muito superior ao consumo humano anual total de todos os animais marinhos.

Predadores

Grupos de orcas frequentemente atacam os grupos de cachalotes fêmea e suas crias, com intenção de capturá-las. Se o grupo de orcas for muito grande, até as fêmeas adultas podem ser mortas. Os grandes cachalotes machos não têm predadores.

População

Em estimativas muito grosseiras os cachalotes variam de 200 000 a 2 000 000 de indivíduos.

Cientistas descobriram em novembro de 2008 no deserto de Pisco-Ica ao sul do Peru, os restos de um cachalote pré-histórico, é o maior fóssil de cachalote já encontrado tem aproximadamente mais de 13 metros e seu crânio 3 metros de comprimento e 1 metro e 90 cm de largura.

Fóssil Leviathan

Fóssil de baleia cachalote gigante é encontrado no Peru

Cientistas descobriram em novembro de 2008 no deserto de Pisco-Ica ao sul do Peru, os restos de um cachalote pré-histórico, é o maior fóssil de cachalote já encontrado tem aproximadamente mais de 13 metros e seu crânio 3 metros de comprimento e 1 metro e 90 cm de largura. O crânio, mandíbula e dentes do predador gigante foram recuperados e preparados, formando o objeto de um estudo conjunto, cujos resultados foram publicados recentemente na revista “Nature e indica que a baleia pertence a um tipo desconhecido de cachalotes.

Os dentes de 36 centímetros de altura e 12 centímetros de largura em ambas as arcadas.

Dentes de cetácios

Os dentes de 36 centímetros de altura e 12 centímetros de largura em ambas as arcadas, são de um poderoso predador com dentes muito afiados matando animais menores da mesma forma que as orcas. Os restos do cachalote foram encontrados na mesma camada do oceano onde pesquisadores já haviam achado um tubarão gigante.

O crânio, mandíbula e dentes do predador gigante foram recuperados e preparados, formando o objeto de um estudo conjunto, cujos resultados foram publicados recentemente na revista “Nature”.

Fóssil Leviathan

O fóssil recebeu o nome de Leviathan Melvillei (grande monstro dos mares em Latim), em homenagem a Herman Melville, autor do clássico “Moby Dick”.

O fóssil recebeu o nome de Leviathan Melvillei (grande monstro dos mares em Latim), em homenagem a Herman Melville, autor do clássico “Moby Dick”.

Desenho Leviathan

 

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O Nautilus

desenho do Nautilus

desenho do Nautilus

Nautilus (vem do grego -”marinheiro”) são cephalopodes (cabeça com pés) marinhos arcaicos que foram muito abundantes no período Paleozóico, existindo ainda um gênero vivo que vive no sudoeste do Oceano Pacífico. Seus pés são modificados para tentáculos, apresentam concha externa ao corpo. Têm uma cabeça dotada de olhos bem desenvolvidos com braços preênsis (que podem segurar).

Nautilus com a concha quase fechada

Nautilus com a concha quase fechada

Nautilus com os tentáculos aparentes

Nautilus com os tentáculos aparentes

 

 

Nautilus com a concha vazia

Nautilus com a concha vazia

Nautilus navegando

Nautilus navegando

São nectópodes (da família dos moluscos, que têm só uma barbatana no abdómen são animais que tem os pés achatados e membranosos, próprios para nadar), tendo uma concha formada por uma série de câmaras separadas por paredes divisórias (tabiques), que se comunica por orifícios sifonais, (extensão tubular da abertura da concha, para suporte do sifão). O Nautilus ocupa a última câmara e as outras, cheias de ar, fazem de o papel de flutuadores.

Nautilus acasalando

Nautilus acasalando

O nome Nautilus originalmente se referia aos polvos pelágicos (de mar aberto) do gênero Argonauta, também conhecido como “Paper Nautiluses”, os povos antigos acreditavam que esses animais utilizavam os braços expandindo-os como velas. Uma curiosidade sobre essa família de animais é que eles se reproduzem apenas uma vez na vida e logo após a reprodução eles morrem.

Os Nautilus, assim como os outros animais dessa família, são moluscos marinhos que apresentam simetria lateral. São animais bastante lentos. Seu corpo pode modificar de cor para camuflagem. As fêmeas fabricam sua concha de calcária branca, para abrigar seu corpo.

Seu corpo pode modificar de cor para camuflagem.

Seu corpo pode modificar de cor para camuflagem.

O Nautilus é um dos seres vivos que apresenta a razão áurea em seu corpo, desenvolvido em forma de Espiral logarítmica?

A espiral de Fibonacci e o Nautilus

Depois de pesquisar sobre o Nautilus me deparei com um pormenor importante que me despertou a curiosidade para o complemento e perfeito para ilustrar essa postagem era  a espiral áurea!Li que a ligação entre a natureza e a ciência se explicava melhor com a imagem sobreposta da concha do Natilus e a espiral áurea. Procurei mais imagens e me deparei com o trabalho da escritora e engenheira de softwares Akkana Peck que discordava veementemente desta afirmação publicada nos livros e tão agraciada pela internet.

Resolvi então complementar esta postagem com o trabalho proposto por ela, que me convenceu a não acreditar em tudo que se lê na internet, sem confrontar e checar suas fontes!!!

corte transversal na concha do Nautilus

corte transversal na concha do Nautilus

A espiral de Fibonacci e o Nautilus – por de Akkana Peck

espiral áurea de Fibonacci

espiral áurea de Fibonacci

“Eu tenho trabalhado em um breve discurso sobre os números da espiral de Fibonacci para a classe de um amigo professor de matemática.”

“Quando eu estava no colégio, eu fiz um projeto de pesquisa sobre os números da espiral de Fibonacci (a sua utilização no planejamento do crescimento de estações de energia em uma cidade) e por um tempo eu tive que explicar o projeto sem parar, então eu pensei e me lembrei alguns tipos de recursos visuais que eu precisaria – algumas pinhas, pétalas de flores, algumas plantas, a proporção áurea dos gráficos e da espiral áurea de Fibonacci, alguns efeitos visuais agradáveis ​​de maravilhas naturais como as câmaras do Nautilus e como tudo se encaixa com a espiral áurea de Fibonacci.”

“Eu coletei algumas pinhas, tirei algumas fotos e fiz alguns slides, então era hora de começar a trabalhar nas espirais douradas. Eu montei no GIMP (programa de edição de imagens de código aberto), um script para gerar uma espiral de Fibonacci e um conjunto de caixas, depois fui à procura de uma imagem da câmara do Nautilus em que eu poderia sobrepor a espiral e encontrei uma muito boa feita por Chris 73 no Wikipedia. Eu colei a imagem no GIMP e a espiral dourada em cima dela, ativado a ferramenta Scale (Keep Aspect Ratio) e começou a escala.”

“E eu não pude combiná-los!” diz Akkana Peck

espiral áurea e a concha do Nautilus

espiral áurea e a concha do Nautilus

“Não importa como eu tenha escalado ou demonstrado a espiral, ela simplesmente não se expande na mesma taxa que a concha.”

“Então eu procurei no Google Images e tentei algumas imagens diferentes do Nautilus – com exatamente o mesmo resultado. Eu não poderia dar início a minha espiral de Fibonacci para só me aproximar do resultado!”

“No artigo da Science News Intitulado “Espirais da concha do mar” diz que eu não sou a única. Em 1999, o matemático aposentado Clemente Falbo, medindo uma série de conchas de Nautilus na Califórnia na Academia de Ciências de San Francisco, chegou a esta mesma conclusão. Em 2002, John Sharp notou o mesmo problema, como o artigo que o Science News aponta.”

“No entanto, muitos ainda insistem que uma secção transversal da cocha do Nautilus mostra o padrão de crescimento das câmaras governadas pelo segmento áureo.”

“Sem brincadeira! Pesquise você no Google sobre o espiral áurea de Fibonacci e Nautilus e terá uma batelada de páginas usando a  concha do Nautilus como a ilustração do segmento áureo de Fibonacci na natureza. Não é só na web, embora eu tenha lido sobre Fibonacci e Nautilus como exemplos em alguns livros e revistas nas últimas décadas. Todos esses escritores simplesmente passaram o que leram em outros lugares… Assim como eu fiz durante todos esses anos, nunca medi realmente uma concha de Nautilus ou tentei marcar a espiral áurea em uma dessas conchas.”

“Agora faça uma pesquisa de imagens do Google para os mesmos termos e você vai ter muitas fotos bonitas de cortes tranversais das conchas do Nautilus. Além disso, você terá muito poucas fotos de espirais de Fibonacci; mas nenhuma dessas belas imagens terá realmente tanto o Nautilus e a espiral na mesma imagem e agora eu sei porque!”

“Porque elas não combinam!” diz Akkana Peck.

(Esse pode ser um assunto muito melhor para o meu texto do que a ilustração do Nautilus que eu originalmente havia planejado. “Não acredite em tudo que lê!!!” É sempre uma boa lição para estudantes do ensino médio… E é mais relevante para nós adultos também).

fonte: http://www.shallowsky.com/blog/science/fibonautilus.html
Shallowsky.com – site de Akkana Peck, que é engenheira, programadora de softwares, escritora e vive na área da baía de San Francisco.

 

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A lula colossal

A lula colossal, é provavelmente a maior espécie de lula existente no mundo.

A lula colossal, é provavelmente a maior espécie de lula existente no mundo.

A lula colossal, (mesonychoteuthis hamiltoni), é provavelmente a maior espécie de lula existente e o único membro do gênero Mesonychoteuthis.

 

A lula colossal tem a maior cabeça de todos os tipos de lulas, ultrapassando até a lula gigante (Architeuthis).

A lula colossal tem a maior cabeça de todos os tipos de lulas, ultrapassando até a lula gigante (Architeuthis).

A lula colossal tem a maior cabeça de todos os tipos de lulas, ultrapassando até a lula gigante (Architeuthis), no tamanho e na robustez. A lula colossal também possui os maiores olhos do reino animal medindo o tamanho de um prato, têm dois bicos enormes e afiados, garras giratórias em forma de ganchos, profundamente fixadas em seus tentáculos.

Lula Colossal tentaculos

A lula colossal possui garras giratórias em forma de ganchos, profundamente fixadas em seus tentáculos.

Vive nas profundezas do Oceano Antártico e estima-se que ela possa ultrapassar os 14 metros de comprimento. Sendo assim, a lula colossal é considerada o maior invertebrado do planeta.

Pouco se sabe sobre a vida da lula-colossal

A lula-colossal se utiliza da bioluminescência para encontrar a presa no mar profundo.

Pouco se sabe sobre a vida da lula colossal, ela é caçadora como as outras pequenas e se utiliza da bioluminescência para encontrar a presa no mar profundo. Conforme os bicos destas lulas encontrados nos estômagos de cachalotes estima-se o tamanho de animais adultos, já que poucas foram capturadas e alguns hábitos de vida em profundidade de cerca de 2.200 metros os adultos, enquanto que os mais jovens em torno dos 1.000 metros.

Muitos cachalotes (baleias) carregam cicatrizes causadas pelos tentáculos da lula-colossal.

Muitos cachalotes (baleias) carregam cicatrizes causadas pelos tentáculos da lula-colossal.

Muitos cachalotes (baleias) carregam cicatrizes causadas pelos tentáculos da lula colossal, que possuem ganchos nas suas ventosas que podem causar feridas profundas. A lula colossal é uma das principais presas para os cachalotes que se alimentam no Oceano Antártico; 14% dos tentáculos de lula encontrados nestas baleias são da lula colossal.

O molusco que pesava 495 quilos tinha olhos do diâmetro de pratos de comida.

O molusco que pesava 495 quilos tinha olhos do diâmetro de pratos de comida.

Lula Clossal

Recentemente pescadores da Nova Zelândia encontraram em águas antárticas uma lula colossal com mais de 14 metros de comprimento. A lula colossal pesava 495 quilos tinha olhos do diâmetro de pratos de comida. O animal foi fisgado por acidente, trazido a bordo e conservado no gelo, sendo enviado para estudo na Universidade de Tecnologia de Auckland, Nova Zelândia. Esse foi o maior exemplar de lula colossal já encontrado e está exposto no Museu da Nova Zelândia, Te Papa Tongarewa, em Wellington.

A lula colossal, ao contrário das lulas gigantes (Architeuthis) à medida que cresce vai adquirindo uma forma de cabeça arredondada. Os tentáculos são grandes para agarrarem a presa no gélido mar de Ross. O corpo flutua, enquanto seus tentáculos buscam uma presa. Por esta capacidade de flutuar, as lulas moribundas sobem até a superfície. Essa é uma forma muito comum de encontrar lulas gigantes ou colossais.

Lula Gigante grafico

Lula Gigante gráfico

Corpo Polvo Gráfico

Corpo Polvo gráfico

Classificação científica:

Reino – Animalia
Filo – Mollusca
Classe – Cephalopoda
Ordem – Teuthida
Família – Cranchiidae
Gênero – Mesonychoteuthis
Espécie – M. Hamiltoni

A lula gigante na mitologia

Kraken, espécie de polvo ou lula gigante que ameaçava os navios.

Kraken, espécie de polvo ou lula gigante que ameaçava os navios.

O monstro do mar com uma característica marcante ao longo de toda mitologia é a lula colossal. A lula colossal é mencionada em vários textos mitológicos e o mais provável é que esteja associada com os monstros da Noruega e da Islândia, a temida Hidra da Grécia antiga e Cila da Odisseia de Ulisses (Cila – uma ninfa que se transformou em um monstro marinho). Lendas gregas e escandinavas retratam o Kraken como um gigantesco polvo de várias centenas de metros como a criatura com capacidade e destreza únicas um destruidor de navios. Embora pareça estranho a lenda do Kraken é a mais provável interpretação da lula colossal nos dias atuais.

Ânfora grega onde Hercules é visto lutando com uma Hidra de Lerna.

Ânfora grega onde Hercules é visto lutando com uma Hidra de Lerna.

Ela é pesquisada a partir de suas primeiras representações, como ilustra uma ânfora grega onde Hércules é visto lutando com uma Hidra de Lerna. A Hidra aparece como segundo trabalho de Hércules no qual o monstro do mar deve ser morto. Na Odisseia de Ulisses vê seu navio quase devorado por um redemoinho nas águas cheias de sereias existe também a Cila, um monstro gigantesco, uma criatura sobrenatural de 4 metros e seis cabeças sobre longos pescoços, Cila consegue matar seis homens antes de sua fuga. Esta descrição antiga de Cila mostra muitas semelhanças com a lula gigante ou colossal moderna. Embora não seja comum ao conhecimento público, lulas gigantes sempre existiram e de até 20 metros de comprimento, são originárias dos oceanos em todo o mundo e são retratadas como predadores agressivos e ferozes, no entanto a ciência sugere o oposto.

A reputação mortal do Kraken no passado mitológico tem esta definição para seu equivalente dos dias de hoje e apesar de nenhuma evidência comprovada, seu organismo, complexão física, movimentos e principalmente sua aparência faz do nosso animal uma fonte inesgotável para imaginação de grandes histórias num mundo desconhecido do grande público.

Thomas Kirk com uma lula gigante

Thomas Kirk medindo um espécime vivo na baía da Islândia

Thomas Kirk medindo um espécime vivo na baía da Islândia

Entre 1879 e 1887, quatro lulas gigantes foram trazidas para as praias estreito de Cook. Este desenho mostra o biólogo Thomas Kirk (importante biólogo, botânico, naturalista e professor da Nova Zelândia) medindo um espécime vivo na baía da Islândia em 6 de Junho 1880, Kirk está segurando um régua tripé (0,9 metros) e a lula ilustrada em escala, seu corpo é 10 pés (3 metros) de comprimento, 11 pés (3,3 m) de circunferência e seu maior tentáculos são 25 pés (7,6 m).

 

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