James Webb – O telescópio espacial que substituirá o Hubble

James Webb – O telescópio espacial que substituirá o Hubble

ilustração do telescópio espacial James Webb

ilustração do telescópio espacial James Webb

O Telescópio Espacial Hubble passou 17 anos tirando fotos de todo os cantos jamais vistos do universo e deve ser substituído por um outro projeto inicialmente denominado de Next Generation Space Telescope NGST, posteriormente chamado de Telescópio Espacial James Webb, (James Webb Space Telescope – JWST) com a previsão de lançamento para outubro de 2018.

O Telescópio Espacial James Webb é um projeto de missão não tripulada norte-americana da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA), com a finalidade de colocar no espaço um observatório para captar a radiação infravermelha. Como o Hubble, o James Webb observará o universo a partir do espaço, por isso, estará um passo à frente dos telescópios na Terra. Isso porque, na hora de captar a luz dos corpos celestes e formar imagens de cada um, esse telescópio não terá como obstáculo a atmosfera (camada de gases que envolve o nosso planeta e que interfere na concepção das fotos dos astros).

Como o Telescópio Espacial Hubble lançado pela NASA, o James Webb terá a missão de aprofundar o conhecimento sobre processos do nascimento de uma estrela, a evolução das galáxias e a formação das primeiras estruturas no Universo. Porém, o novo telescópio também conta com novos objetivos e equipamentos.

comparação dos espelhos primários dos Telescópios

comparação dos espelhos primários dos Telescópios

Enquanto o Hubble tem cerca de 13 metros de comprimento, quatro metros de largura e um espelho coletor de luz com quase 2,4m de diâmetro, o Telescópio Espacial James Webb – JWST, tem 22 metros de comprimento por 12 metros de largura e um espelho coletor com mais de 6,5m de diâmetro, permitindo-lhe cobrir uma área 15 vezes maior que seu antecessor e coletar 7 vezes mais luz.

Ao invés de usar o vidro convencional, a principal superfície refletora do James Webb emprega berílio em sua composição, um metal extremamente forte e leve, capaz de corroer a pele humana ao entrar em contato. Ele é revestido por uma camada de ouro extremamente fina, responsável por aprimorar a reflexão de raios infravermelhos, para completar, diversos espelhos menores (18 segmentos individuais de espelhos) vão ser utilizados para direcionar a luz ao espelho central do aparelho.

ilustração das distâncias dos telescópios

ilustração das distâncias dos telescópios

 

O Telescópio Espacial James Webb estará mais distante de nós, enquanto o Hubble está a 589km em órbita ao redor do planeta, o James Webb ficará a um milhão e meio de quilômetros de distância, acompanhando a Terra em seu movimento ao redor do Sol, mas sem girar em torno do nosso planeta. Além disso, mesmo a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, o telescópio poderia ser reparado por robôs ou mesmo astronautas.

Para que o Telescópio Espacial James Webb consiga sobreviver às baixas temperaturas do espaço, foi necessário o desenvolvimento de um metal que não existia na natureza, o “unobtanium”, material que apresenta resistência suficiente para permanecer intacto em condições extremas, incluindo o estresse pelo qual o aparelho passará em seu lançamento.

O James Webb – JWST vai contar com um escudo solar capaz de filtrar raios infravermelhos indesejados provenientes da Terra, da Lua e do Sol, responsável por bloquear a radiação produzida por instrumentos do próprio satélite. Como o material usado no dispositivo seria suficiente para preencher a área ocupada por cinco quadras de tênis, foi preciso que a NASA criasse um modelo com 30% do tamanho do satélite para testar a tecnologia em uma câmera criogênica.

O novo telescópio priorizará suas atenções para as luzes infravermelhas, ao contrário do Hubble, que está voltado para as luzes ultravioletas e as visíveis ao olho humano. Um telescópio captando luz infravermelha é importante porque somente assim poderemos identificar o que está escondido atrás ou dentro de nuvens de poeira cósmicas, como estrelas e planetas que acabaram de se formar. A luz infravermelha emitida por esses astros é a única que consegue atravessar essas nuvens. Além disso, objetos frios, como planetas, emitem infravermelho e para enxergar objetos distantes no Universo, também é preciso utilizar essa forma de luz, pois esses corpos celestes ficam “avermelhados” devido à expansão do Universo.

Com potente visão e posicionamento privilegiado, o Telescópio Espacial James Webb superará o Spitzer, atual telescópio espacial de infravermelho, em alcance e definição das imagens, tornando-se um instrumento de observação de grande utilidade para os cientistas. Esta é a aposta mais arriscada da NASA com o uso de novas tecnologias que ainda não foram testadas exaustivamente, muitos projetos estão sendo construídos ao redor deste projeto com mais de 100 companhias espalhadas por todo o mundo colaborando com a NASA, com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Canadense na criação do telescópio cujos custos já ultrapassaram a casa dos 5 bilhões de dólares.

fontes:
Wikipédia;
hubblesite.org/;
www.esa.int/ESA;
www.asc-csa.gc.ca/eng/;
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Telescópio Espacial Hubble 25 anos

Telescópio Espacial Hubble 25 anos

Hubble 25 anos

Hubble 25 anos

 

Nomes Alternativos: HST, Space Telescope;
Tipo de Telescópio: Refletor Ritchey-Chretien;
Lançamento: 24 de abril de 1990;
Veículo de Lançamento: Discovery – STS-31;
Desativação do telescópio: depois de 2020;
N° NSSDC: 1990-037B;
Massa: 11.110kg;

Informações do telescópio

Localização atual: Órbita terrestre;
Comprimento de onda: Luz visível, raios gama, raios-X, infravermelho;
Altitude: 589km;
Diâmetro: 2.4m;

Instrumentos

Telescópio Espacial Hubble é um satélite astronômico artificial não tripulado que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha. Foi lançado pela agência espacial americana a NASA, em 24 de abril de 1990, a bordo do ônibus espacial Discovery, missão STS-31. O telescópio recebeu várias visitas para a manutenção e para a substituição de equipamentos obsoletos ou inoperantes.

O telescópio é a primeira missão da NASA dos Grandes Observatórios Espaciais de uma família de quatro observatórios orbitais, cada um observando o Universo em um comprimento diferente de onda, como a luz visível, raios gama, raios-X e o infravermelho. Pela primeira vez se tornou possível ver mais longe do que as estrelas de nossa galáxia e estudar estruturas do Universo desconhecidas ou pouco observadas. O Hubble, deu à civilização humana uma nova visão do universo e proporcionou um salto como o dado pela luneta de Galileu Galilei no século XVII.

Imaginado nos anos 40, projetado e construído nos anos 70 e 80 e em funcionamento desde 1990, o Telescópio Espacial Hubble foi batizado em homenagem a Edwin Powell Hubble, que revolucionou a Astronomia ao constatar que o Universo estava se expandindo.

Concepção e objetivos

A história do Telescópio Espacial Hubble começa em 1923, quando Hermann Oberth publicou “Die Rakete zu den Planetenräumen”, onde mencionou como um telescópio poderia ser lançado em órbita da Terra por um foguete.

Em 1946 o astrônomo Lyman Spitzer escreveu o artigo “Astronomical advantages of an extraterrestrial observatory”, onde discutiu as duas principais vantagens que um observatório no espaço teria a mais do que os telescópios terrestres:
1) A resolução óptica: distância mínima de separação entre objetos na qual eles permaneçam claramente distintos estaria limitada apenas pela difração, sem os efeitos da turbulência da atmosfera que provocam o fenômeno Seeing que é o fenômeno observado nos detectores usados em telescópios ópticos em que a imagem de uma estrela é alargada. Os telescópios terrestres estão limitados a resoluções de 0,5-1,0 segundos de arco (arcsec).
2) A possibilidade de observar luz infravermelha e ultravioleta, que são fortemente absorvidas pela atmosfera. No mesmo ano, foram obtidos os primeiros espectros ultravioleta do Sol.

Cronologia

De 1962 a 1974 foram anos de luta e preocupação, com as dificuldades de financiamento e o ceticismo de alguns. No início do projeto em 1968 o tamanho do telescópio era com um espelho de 3m de diâmetro, conhecido provisoriamente como Grande Telescópio Orbital ou Grande Telescópio Espacial (LST), com lançamento em 1979.  Os planos enfatizavam a necessidade de missões tripuladas para a manutenção do telescópio, de forma a justificar um investimento tão caro ao longo de um tempo de vida extenso, e os projetos em redor da tecnologia reutilizável do Ônibus Espacial indicavam que seria possível em pouco tempo.

O Senado americano concorda com um orçamento na metade do que o Congresso recusara.

Telescópio Hubble especificações

Telescópio Hubble especificações

 

Dificuldades de financiamento reduziram a escala do projeto, o diâmetro do espelho passa de 3m para 2,4m no projeto final, que teve que se adaptar reduzindo custos e admitindo uma configuração mais compacta do hardware telescópico. Com o orçamento baixo veio a colaboração da Agência Espacial Europeia – ESA, que forneceu as células dos painéis solares e 15% dos custos, em troca da garantia de 15% do tempo de observação para astrónomos europeus.

Em 1978, o Congresso aprova um financiamento de 36 milhões de dólares. O desenho do LST iniciou-se de imediato, agendando o lançamento para 1983 e na década de 1980 o telescópio foi batizado em homenagem a Edwin Powel Hubble.

Construção, montagem e lançamento

A Marshall Space Flight Center ficou responsável pelo controle geral dos instrumentos científicos e controle terrestre durante a missão. O centro Marshall incumbiu a Perkin-Elmer, companhia do ramo da óptica, para conceber o mecanismo de montagem do telescópio (Optical Telescope Assembly – OTA) e os sensores de navegação (Fine Guidance Sensors) para o telescópio espacial. A Lockheed ficou responsável pela construção da nave espacial em que o telescópio ficaria alojado.

Hubble polimento do espelho

Hubble polimento do espelho

 

 

Em 1979, o Polimento do espelho primário do Hubble foi feito pela Perkin-Elmer Corporation, Danbury, Connecticut. No verão de 1985, a construção da nave já havia ultrapassado em 30% do orçamento e estava com três meses de atraso.

Sistema óptico

O Telescópio Espacial Hubble seria utilizado para observações na gama do ultravioleta ao infravermelho com uma resolução dez vezes superior aos telescópios antecessores, o espelho teria que ser polido com uma precisão de 10 nanômetros, cerca de 1/65 do comprimento de onda da luz vermelha.

A construção do espelho foi iniciada em 1979, utilizando vidro de expansão ultra reduzida. Para reduzir ao máximo o peso do espelho, ele foi acondicionado numa espécie de sanduíche de duas placas de cerca de uma polegada de altura e uma estrutura em forma de colmeia no meio. O polimento prolongou-se de 1979 até maio de 1981. O espelho foi concluído no fim de 1981, com o acréscimo de um revestimento refletivo em alumínio, com espessura de 75mm, e outro revestimento protetor de fluoreto de magnésio, de 25mm de espessura, o que permitia aumentar a reflexão da luz ultravioleta.

Lançamento

A NASA adia o lançamento do telescópio até abril de 1985. A Perkin-Elmer continuou a atrasar seu trabalho e a NASA foi forçada a reagendar o lançamento para 1 de março de 1986. A esta altura, o custo total do projeto tinha atingido 1,175 bilhões de dólares. Além disso, o software necessário para controlar o Hubble em terra não fica pronto em 1986 e só estaria acabado em 1990. Para completar o quadro de dificuldades, no mesmo ano aconteceu o acidente com a nave Challenger em 28 de janeiro de 1986, que decreta o esfriamento no programa espacial americano. O lançamento do telescópio foi reagendado para 1990. Em 24 de abril de 1990, a missão STS-31 do Discovery fez o lançamento do telescópio com sucesso em sua órbita prevista.

Lançamento do Hubble pela Discovery 1990

Lançamento do Hubble pela Discovery 1990

 

Desde a sua estimativa de custo inicial de cerca de 400 milhões de dólares, o telescópio chegou a custar mais de 2,5 bilhões de dólares para ser construído. Custos cumulativos do Hubble até hoje são estimados entre 4,5 e 6 bilhões de dólares, com uma contribuição financeira adicional da Europa de 593 milhões de euros, até a estimativa de 1999.

Falha no espelho

Dentro de poucas semanas após o lançamento do telescópio, pelas imagens que voltavam, ficou evidente que havia um sério problema com o sistema óptico. O telescópio falhou em obter um foco tão exato como esperado. Apesar de ter sido provavelmente o espelho mais precisamente construído de todos os tempos, com variações de apenas 10 nanômetros a partir da curva prevista, era plano em demasia nas bordas em cerca de 2.200 nanômetros (2,2 mícrones). Esta diferença foi catastrófica, produzindo uma anomalia esférica grave.

A NASA e o telescópio passaram a ser alvo de muitas piadas, e o projeto foi considerado um elefante branco. Durante os primeiros três anos da missão Hubble, mesmo antes das correções ópticas, o telescópio conseguiu realizar um grande número de observações produtivas. O erro foi bem caracterizado e era estável, permitindo aos astrônomos otimizar os resultados obtidos através de técnicas compensatórias sofisticadas de processamento de imagem.

Hubble conserto no espaço missão 2

Hubble conserto no espaço missão 2

 

Para se corrigir o problema da anomalia esférica foi estabelecido o sistema Corrective Optics Space Telescope Axial Replacement (COSTAR), constituído por dois espelhos de compensação da falha. Várias missões do ônibus espacial foram lançadas para consertos, substituição de instrumentos e outros ajustes.

Os astronautas também realizaram substituições de outros componentes, incluindo todas as seis baterias de níquel-hidrogênio, e três mantas de isolamento térmico de proteção. As baterias nunca tinham sido substituídas e duraram mais de 13 anos além da sua vida prevista.

O Hubble foi liberado para o espaço em 19 de maio de 2009, depois de todos os reparos serem feitos com sucesso. Depois de testes e calibração, o Hubble retomou a operação de rotina em setembro de 2009.

O Hubble foi concebido para ser devolvido à Terra a bordo de um ônibus espacial. Mas não será possível. Os engenheiros da NASA desenvolveram o Soft Capture and Rendezvous System (SCRS) que permitirá o encontro, captura e descarte seguro do Hubble por uma missão tripulada ou robótica no futuro.

fontes: Wikipedia
Site da ESA dedicado ao Hubble (em inglês)
Space Telescope Science Institute (em inglês)
Site da NASA sobre o Hubble para o público (em inglês)
Arquivo de dados do Hubble (em inglês)
Vídeo por Dailymotion (em inglês)
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Oceanos

Oceanos são a grande massa de água que separa os continentes.

oceano - planeta

oceano – planeta

Os mares são diferentes dos oceanos pela dimensão e posição geográfica são considerados partes dos oceanos, localizando-se entre limites continentais, isto é, mar é uma larga extensão de água salgada ligada com um oceano. O termo também é usado para grandes lagos salgados que não tem saída natural, como por exemplo o Mar Cáspio e o Mar da Galileia. Os mares são menos profundos que os oceanos.

extensão dos oceanos

extensão dos oceanos

Os oceanos, que cobrem a maior parte da superfície terrestre, são: o oceano Atlântico, o oceano Pacífico, o oceano Índico, o oceano Glacial Ártico e o oceano Glacial Antártico.

Oceano Atlântico: Separa a Europa da América

oceano atlântico

oceano atlântico

O Oceano Atlântico, basicamente, é uma bacia imensa que se estende de norte a sul desde o oceano Glacial Ártico, ao norte, até o oceano Glacial Antártico, ao sul. Ocupa mais de 106 milhões de km2 de superfície total. O limite entre o Atlântico norte e o oceano Glacial Ártico foi estabelecido de forma arbitrária, com base em cordilheiras submarinas que se estendem entre as massas de terra da ilha de Baffin, Gronelândia e Escócia. Contudo, foi mais fácil marcar o limite com o mar Mediterrâneo na zona do estreito de Gibraltar, e com o mar do Caribe, ao longo do arco formado pelas ilhas do Caribe. O Atlântico sul está separado de forma arbitrária do oceano Índico pelo meridiano de 20° longitude E, e do Pacífico, a oeste, pela linha de maior profundidade que se estende entre o cabo de Hornos e a península Antárctica.

Oceano Pacífico: Banha a costa Oeste da América

oceano pacífico

oceano pacífico

O Oceano Pacífico é o mais extenso e profundo dos oceanos do mundo. Abrange mais de um terço da superfície da Terra e contém mais da metade do seu volume de água. O oceano Pacífico confina na sua parte oriental com os continentes da América do Norte e do Sul, ao norte com o estreito de Bering, a oeste com a Ásia, o arquipélago da Indonésia e a Austrália, e ao sul com a Antártida. Ao sudeste, é dividido do oceano Atlântico de forma arbitrária pela passagem de Drake, aos 68° longitude O. O Pacífico conta com uma área de cerca de 165 milhões de km2 e tem uma profundidade média de 4.282 m, embora o ponto máximo conhecido se encontre na Fossa das Marianas a 11.033 m de profundidade.

Oceano Índico: Banha parte da Ásia, África e Oceania

oceano índico

oceano índico

O Oceano Índico é o menor dos três grandes oceanos da Terra, limitado a oeste pela África, ao norte pela Ásia, a leste pela Austrália e pelas ilhas australianas, e ao sul pela Antártida. Não existem limites naturais entre o oceano Índico e o oceano Atlântico. Uma linha de 4.020 km ao longo do meridiano 20° E, que liga o cabo Agulhas, no extremo sul da África, à Antártida, costuma ser considerado o limite.

Oceano Glacial Ártico:  Localiza-se no Polo Norte

oceano ártico

oceano ártico

O oceano Glacial Ártico corresponde ao menor dos oceanos. O oceano Glacial Ártico estende-se ao sul do polo norte até as costas da Europa, Ásia e América do Norte.

Oceano Glacial Antártico: Localiza-se no Polo Sul

oceano antártico

oceano antártico

O Oceano Glacial Antártico é conhecido como o Oceano Austral e inclui águas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico. A maioria dos geógrafos consideram estas águas como extensões meridionais destes oceanos. Esta região é a única no mundo onde um barco pode navegar em linha reta, de leste para oeste, sem encontrar terra. O Antártico não tem nenhum continente a separá-lo. Este oceano tem como ponto mais estreito a passagem de Drake, com mil quilómetros de largura, entre a América do sul e a extremidade da Península Antárctica.

Importância dos oceanos

Os oceanos são extremamente importantes para o planeta, pois a vida se originou neles. São eles os grandes produtores de oxigênio, fato este que ocorre através das microalgas oceânicas, também regulam a temperatura do planeta, interferem na dinâmica atmosférica e diferenciam tipos climáticos. As águas oceânicas ocupam 71% da superfície da Terra, o que significa que desempenham um papel extremamente importante na vida do planeta. 

água no planeta

água no planeta

As interações entre o oceano e a atmosfera condicionam o clima mundial. Não só pela distribuição de calor no globo, através das correntes marinhas, como também pela sua importância no ciclo da água, pois no oceano existe 97% de toda a água. Neste ciclo contínuo, pode-se deduzir que uma gota de água permanece, em média, 9 dias numa nuvem, 2 horas num rio e 5000 anos no oceano antes de se evaporar.

oceanos no planeta

oceanos no planeta

Por outro lado, o oceano é fundamental para o equilíbrio ecológico do planeta, pois cerca de 70% do oxigénio libertado para a atmosfera é produzido pelo fitoplâncton durante o processo fotossintético.

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Ciclo da água

molécula da água

molécula da água

Ciclo da água 

Modelo da molécula de água é composta por 2 átomos de Hidrogênio e 1 de Oxigênio (H2O). Temos a parte eletricamente negativa da molécula (na extremidade onde se encontra o Oxigênio) e a parte eletricamente positiva (onde estão os átomos de Hidrogênio). Por tal característica, a água é classificada como uma Molécula Polar. Moléculas que não possuem Polaridade são chamadas Apolares e não se dissolvem em água. 

estados físicos da água

estados físicos da água

A água é a única substância que existe, em circunstâncias normais, em todos os três estados da matéria (sólido, líquido e gasoso) na natureza. A coexistência destes três estados implica que existam transferências contínuas de água de um estado para outro; esta sequência fechada de fenômenos pelos quais a água passa do globo terrestre para a atmosfera é chamada por ciclo hidrológico.

ciclo da água

ciclo da água

O ciclo da água, consiste no processo dinâmico de diferentes estágios da água. Para melhor compreensão deste ciclo podemos iniciar sua explicação através da evaporação da água dos oceanos. O vapor resultante da água do oceano é transportado pelo movimento das massas de ar. Este é um movimento infinito e circular. Sob determinadas condições, o vapor é condensado, formando as nuvens, que por sua vez resultam em precipitação, que pode ocorrer em forma de chuva, neve ou granizo. A maior parte fica temporariamente retida no solo, próxima de onde caiu, e finalmente retorna à atmosfera por evaporação e transpiração das plantas e animais. Uma parte da água resultante, escoa sobre a superfície do solo ou através do solo para os rios, enquanto que a outra parte infiltra profundamente no solo e vai abastecendo os lençóis freáticos formando assim o ciclo da água mais uma vez.

Ao se formar nas nuvens um acúmulo de água muito grande, as gotas tornam-se cada vez maiores e a água se precipita, isto é, começa a chover. Em regiões muito frias da atmosfera, a água passa do estado gasoso para o estado líquido e, rapidamente, para o sólido, formando a neve ou os granizos (pedacinhos de gelo).

ciclo de água

ciclo de água

A água da chuva e da neve derretida se infiltra no solo, formando ou renovando os lençóis freáticos. As águas subterrâneas emergem para a superfície da terra, formando as nascentes dos rios. Assim o nível de água dos lagos, açudes, rios etc. é mantido. A água do solo é absorvida pelas raízes das plantas. Por meio da transpiração, as plantas eliminam água no estado de vapor para o ambiente, principalmente pelas folhas. E na cadeia alimentar, as plantas, pelos frutos, raízes, sementes e folhas, transferem água para os seus consumidores. Além do que é ingerido pela alimentação, os animais obtêm água bebendo-a diretamente. Devolvem a água para o ambiente pela transpiração, pela respiração e pela eliminação de urina e fezes. Essa água evapora e retorna à atmosfera. No nosso planeta, o ciclo de água é permanente.

O ciclo da água é de extrema importância para a manutenção da vida no planeta Terra. É através do ciclo da água que ocorrem a variações climáticas, determinando a criação de condições para o desenvolvimento de plantas, animais e o funcionamento de rios, oceanos e lagos.

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Gastos de água

Gastos de água

água - escovar os dentes

água – escovar os dentes

Água - Escovando os dentes

Com torneira aberta por 5 minutos – 20 litros de água;

Dica: Escove os dentes com a torneira fechada, enxague a boca com um copo de água;

Utilizando 4 copos de água – 1 litro de água.

 

água - lavando as mãos

água – lavando as mãos

Lavando o rosto e as mãos

Com torneira aberta durante 1 minuto – 15 litros de água;

Com a torneira meio aberta durante 1 minuto – 5 litros de água;

Dica: Colocar um tampão na pia e fazer do lavatório um tanquinho. Com água na pia tampada e torneira fechada – 1 litro de água.

 

água - fazendo a barba

água – fazendo a barba

Fazendo a barba

Ao fazer a barba em 5 minutos, com a torneira meio aberta, pode-se chegar a gastar 80 litros de água;

Com torneira meio aberta por 5 minutos – 22 litros de água;

Dica: A economia está em usar a pia com água tampada e torneira fechada assim, o gasto de água para fazer a barba cai para 2 litros de água.

 

água - tomando banho

água – tomando banho

Tomando banho

Chuveiro ligado por 10 minutos – 110 litros de água;

Chuveiro ligado por 5 minutos – 55 litros de água;

Com um balde de água – 10 litros de água;

Dica: limite seus banhos em aproximadamente cinco minutos e feche o chuveiro enquanto se ensaboa. Com esses cuidados o consumo de água cai.

 

água - vaso sanitário caixa acoplada

água – vaso sanitário caixa acoplada

Vaso sanitário

Com válvula de descarga de 12 segundos – 20 litros de água;

Com válvula de descarga pequena – 10 litros de água;

Com um balde de água – 6 litros de água reutilizada da máquina de lavar;

Dica: Se possível, troque seu vaso sanitário com válvula de descarga por um modelo com caixas de descarga ou utilize aquelas de baixo consumo de água. Uma bacia sanitária com a válvula e tempo de acionamento de 6 segundos gasta de 10 a 14 litros de água.

água - lavar louças

água – lavar louças

 

Lavar a louça

Com torneira meio aberta por 15 minutos – 120 litros de água;

Reduzindo o volume da torneira pela metade – 60 litros de água;

Com água na pia até a metade e torneira fechada – 20 litros de água;

Dica: Ao lavar a louça, limpe os restos de comida dos utensílios com uma esponja e deixe de molho; Ensaboe tudo e abra a torneira para enxaguá-las; Máquina de lavar louça – ligue somente quando estiver com sua capacidade total preenchida.

água - regar o jardim

água – regar o jardim

Regar o jardim

Com mangueira aberta por 10 minutos – 186 litros de água;

Usando 1 regador por 2 m² de jardim – 20 litros de água;

Dica: Regue o jardim e as plantas das 6 às 8 horas da manhã ou após as 7 da noite. Isso evita que a água evapore em excesso e gere mais gastos.

 

água - lavar o carro

água – lavar o carro

Lavar o carro

Com mangueira, com torneira não muito aberta, por 30 minutos – 216 litros de água;

Com um WAP por 30 minutos – 100 litros de água;

Com dois baldes de 10 litros – 20 litros de água;

Dica: para reduzir, lave o carro uma vez por mês com balde de água.

água - limpar a calçada

água – limpar a calçada

 

Limpar a calçada e ao redor da casa

Com esguicho forte por 15 minutos – 279 litros de água;

Com um WAP por 15 minutos – 139,5 litros de água;

Dica: Utilize a água reaproveitada da máquina de lavar, você está estará economizando mais de 100 litros. Usando a vassoura para varrer os resíduos permitirá muita economia de água.

 

água - lavar roupas

água – lavar roupas

Lavar roupas

No tanque, com torneira meio aberta, por 15 minutos – 279 litros de água;

Na lavadora para 5 quilos de roupa – 135 litros de água;

Dica: Mantenha a torneira fechada ao esfregar e ensaboar as roupas; Evite lavar a roupa aos poucos; Deixe a roupa de molho para retirar a sujeira pesada.

 

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Água no Brasil

Água no Brasil

Água no Brasil

Água no Brasil

O Brasil detém 53% do manancial de água doce disponível na América do Sul e possui o maior rio do planeta (rio Amazonas). Os climas equatorial, tropical e subtropical que atuam sobre o território, proporcionam elevados índices pluviométricos.

recursos hídricos do Brasil

recursos hídricos do Brasil

No entanto, mesmo com grande disponibilidade de recursos hídricos, o país sofre com a escassez de água potável em alguns lugares. A água doce disponível em território brasileiro está irregularmente distribuída: aproximadamente, 80% dos mananciais estão presentes na região Amazônica, restando 16,7% para a região Centro-Sul e apenas 3,3% para a região Nordeste do país.

Água no Brasil

Água no Brasil

Nas cidades, os problemas de abastecimento estão diretamente relacionados ao crescimento da demanda, ao desperdício e à urbanização descontrolada que atinge regiões de mananciais.

Água no Brasil

Água no Brasil

Na zona rural, os recursos hídricos também são explorados de forma irregular, além de parte da vegetação protetora da bacia (mata ciliar) ser destruída para a realização de atividades como agricultura e pecuária. Não raramente, os agrotóxicos e dejetos utilizados nessas atividades também acabam por poluir a água.

O agravante é a ausência de saneamento básico nas residências da população brasileira. Atualmente, 55% da população não tem água tratada nem saneamento básico. Políticas públicas deveriam ser desenvolvidas para reverter esse quadro. Análises indicam que para cada R$ 1,00 investido em saneamento, o governo deixa de gastar R$ 5,00 em serviços de saúde, investimentos que proporcionam qualidade de vida para a população e economia aos cofres públicos a curto prazo.

Água no Brasil

Água no Brasil

Mais de 90% do território brasileiro tem chuvas abundantes durante o todo o ano e as condições climáticas e geológicas proporcionam a formação de uma extensa e densa rede de rios, com exceção do semiárido brasileiro, onde os rios são pobres e temporários. Essa água, no entanto, tem sua distribuição de forma irregular, apesar da abundância em termos gerais. A Amazônia, possui 80% da água superficial, enquanto no Sudeste, a relação se inverte: a maior concentração populacional do País tem disponível 6% do total da água.

Mesmo no Semiárido ou seja 10% do território brasileiro, que é quase metade dos estados do Nordeste, há diversos pontos onde a água é permanente, indicando que existem opções para solucionar problemas socioambientais atribuídos à seca.

Água no Brasil - desperdício

Água no Brasil – desperdício

Outro fator preocupante é a baixa eficiência das empresas de abastecimento se associa ao quadro de poluição: as perdas na rede de distribuição por roubos e vazamentos atingem entre 40% e 60%, além de 64% das empresas não coletarem o esgoto gerado. O saneamento básico não é implementado de forma adequada, já que 90% dos esgotos domésticos e 70% dos afluentes industriais são jogados sem tratamento nos rios, açudes e águas litorâneas, o que tem gerado um nível de degradação nunca imaginado.

Na última década, a quantidade de água distribuída aos brasileiros cresceu 30%, e dobrou a proporção de água sem tratamento (de 3,9% para 7,2%) o desperdício assusta: 45% de toda a água ofertada pelos sistemas públicos é desperdiçada no seu trajeto.

O que todos entendemos é que alguma coisa mais séria precisa ser feita para organizar o país para não pagarmos a todo momento os prejuízos de administrações incompetentes. Isso passa pela questão de escolhermos melhor desde o vereador e prefeito de nossa cidade, os deputados de nosso estado e o presidente do nosso país. Portanto quem é o responsável por tudo que está acontecendo somos todos nós; Eu, você que está lendo, todos que votam em troca de qualquer de favor, gente séria, gente honesta, corruptos e corruptores; Porque é assim que somos, essa soma de diferentes interesses e ideais, mas que precisamos construir uma cidade melhor, um estado melhor e assim um país melhor.

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Uma visita de São Nicolau ou quem é o Papai Noel?

Uma visita de São Nicolau ou quem é o Papai Noel?

São Nicolau

São Nicolau

A figura do Papai Noel foi inspirada num bispo chamado Nicolau que nasceu na Turquia em 280 DC que costumava ajudar as pessoas mais pobres deixando saquinhos com moedas próximo as chaminés das casas. Foi transformado em santo pela igreja católica por reconhecimento de seus feitos durante toda a vida, o popular São Nicolau.

papai noel primeiras roupas

papai noel primeiras roupas

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa na cor marrom ou verde escura.

Thomas Nast

Thomas Nast

Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem, a roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Papai Noel

Papai Noel

Radicado nos Estados Unidos, Thomas Nast criou a nova imagem para o Papai Noel, a roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, a criação de Nast foi baseada num poema escrito em 1822 por Clement Clarke Moore (nascido em 15 de julho de 1779 – falecido em 10 de julho de 1863) professor de literatura grega e línguas orientais de Nova Iorque e é considerado o verdadeiro marco sobre o Papai Noel, pois ele estabeleceu um conjunto de elementos que o caracterizam como personagem. Tais como o trenó e as renas, a entrega de presentes para crianças a noite, a forma humana de um velhinho com bochechas vermelhas. A imagem construída por Clement Clarke Moore em seu poema passou a ser a inspiração para as ilustrações que se seguiram por todo o século XIX.

Clement Clarke Moore

Clement Clarke Moore

Clement Clarke Moore escreveu o poema para seus filhos e o leu na véspera da noite de Natal. O poema fica muito famoso entre amigos e familiares que o incentivam a publicar. Ele por convicções religiosas reluta em publicá-lo, cede mas publica como anônimo na Sentinela de Nova Iorque em 23 de dezembro de 1823 sendo reimpresso várias vezes por vários anos. Moore reconhece a autoria em 1844 numa antologia poética intitulada “Poemas” por insistência de seus filhos a quem ele tinha dedicado originalmente, autenticado pelo editor da primeira publicação e mais seis pessoas. Desde 1911 a Igreja da Intercessão em Manhattan tem realizado um serviço que inclui a leitura do poema seguido de uma procissão ao túmulo de Clement Clarke Moore no “Trinity Cemetery” no domingo antes do Natal.

Uma visita de São Nicolau ficou conhecida também como Antes da véspera de Natal (Twas the Night Before Christmas) e este é o poema mais conhecido já escrito por um americano.

Aqui está o poema traduzido:

Uma visita de São Nicolau

Era véspera de Natal e nada na casa se movia,
Nenhuma criatura, nem mesmo um camundongo;
As meias com cuidado foram penduradas na lareira,
Na esperança de que São Nicolau logo chegasse;
As crianças aconchegadas, quentinhas em suas fronhas,
Enquanto rosquinhas de natal dançavam em seus sonhos;
Mamãe com seu lenço e eu com meu gorro,
Há pouco acomodados para uma longa soneca de inverno;
Quando no jardim começou uma barulhada,
Eu pulei da cama para ver o que estava acontecendo.
Para fora da janela como um raio eu voei,
Abri as persianas e subi pela cortina.
A lua no colo da recém-caída neve,
Dava um lustro de meio-dia em tudo em que tocava,
Quando, para meus olhos curiosos, o que apareceu:
Um trenó miniatura, e oitos renas pequenininhas,
Com um motorista velhinho, tão alerta e muito ágil,
E eu soube, na mesma hora, que era São Nicolau.
Mais rápido que uma águia vinha pelo caminho,
E assobiava e gritava e as chamava pelo nome;
“Agora, Corredora! Agora, Dançarina! Agora, Empinadora e Raposa!
Venha, Cometa! Venha, Cupido! Venham, Trovão e Relâmpago!
Por cima da sacada! Para o topo do telhado!
Agora fora, depressa!
Fora todos, bem depressa!”
Como folhas revoltas antes do furacão,
Sem encontrar obstáculos, voaram para o céu,
Tão alto, acima do telhado voaram,
O trenó cheio de brinquedos e São Nicolau nele também.
E então num piscar de olhos, ouvi no telhado
O toque-toque e o arrastar dos casquinhos.
Como um desenho em minha cabeça, assim que virei
Descendo a chaminé São Nicolau vinha resoluto
Todo vestido de peles, da cabeça até os pés,
E com a roupa toda manchada de cinzas e carvão;
Um saco de brinquedos em suas costas,
Parecia um mascate ao abrir o saco.
Seus olhos – como brilhavam!
Suas alegres covinhas!
Suas bochechas rosas, seu nariz como uma cereja!
Sua boquinha sapeca curvada para cima como num arco,
A barba em seu queixo tão branca como a neve;
O cabo do cachimbo bem preso em seus dentes,
A fumaça envolvendo sua cabeça como uma guirlanda;
Tinha um rosto redondo e uma barriga grande,
Que sacudia, quando ele sorria, como uma tigela de geleia.
Era gordinho e fofo, um perfeito elfo velhinho e alegre,
E eu ri quando o vi, sem poder evitar;
Uma piscada de olhos e um aceno de cabeça,
Na hora me fizeram entender que eu nada tinha a temer;
Não disse uma só palavra, mas voltou direto ao seu trabalho,
E recheou todas as meias; então virou no pé,
E colocando o dedo ao lado do nariz,
Acenando com a cabeça, a chaminé escalou;
Pulou em seu trenó, ao seu time assobiou,
E para longe voaram, como pétalas de dente-de-leão.
Mas ainda o ouvi exclamar, enquanto ele desaparecia
“Feliz Natal a todos e para todos uma Boa Noite!”

A criação de um mito, uma lenda, começa com questões simples como um poema, que de tão emocionante traduz os sentimentos de uma só pessoa e contagia as demais atravessando o tempo e construindo fatos que hoje nós compartilhamos com vocês.

A intenção do blog não é ditar regras mas mostrar possibilidades trazendo informações para todos os leitores.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

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Regras básicas de segurança em laboratório

Regras básicas de segurança em laboratório

Para trabalhar em um laboratório, você precisa conhecer os riscos a que é exposto e como melhorar suas condições de segurança.

Regras básicas de segurança em laboratório e recomendações gerais para o desenvolvimento de um trabalho experimental seguro, estão principalmente relacionadas com a organização. Isso significa que o tempo dedicado à organização racional das atividades desenvolvidas no laboratório irá contribuir na prevenção de riscos químicos, biológicos e de acidentes com a manipulação de equipamentos e materiais serão minimizados quando se obedecem as regras básicas de segurança em laboratório.

Regras que devem ser respeitadas em todos os laboratórios:

Regras Básicas de Segurança 01

Use óculos ou máscaras protetoras

1. Use os óculos ou máscaras protetoras, sempre que estiver no laboratório. Evite usar lentes de contato no laboratório.

Regras Básicas de Segurança

Use sempre guarda-pó, luvas e sapatos fechados com sola de borracha

2. Use sempre guarda-pó com mangas compridas. Use luvas e sapatos fechados com sola de borracha.

Regras Básicas de Segurança

Aprenda a usar o extintor

3. Aprenda a usar o extintor antes que um acidente aconteça.

Regras Básicas de Segurança

não fume, não coma ou beba quando estiver no laboratório

4. Não fume, não coma ou beba quando estiver no laboratório.

Regras Básicas de Segurança

evite trabalhar sozinho e fora das horas convencionais de trabalhos

5. Evite trabalhar sozinho e fora das horas convencionais de trabalhos.

Regras Básicas de Segurança

não jogue material insolúvel nas pias, use frascos de resíduos apropriados

6. Não jogue material insolúvel nas pias (sílica, carvão ativo, vidro, etc). Use frascos de resíduos apropriados.

Regras Básicas de Segurança

em caso de acidente, mantenha a calma, desligue os aparelhos, inicie o combate ao fogo e se for o caso chame os bombeiros

7. Em caso de acidente, mantenha a calma, desligue os aparelhos próximos, agitador magnético, manta aquecedora, estufas, mufla, entre outros e inicie o combate ao fogo, isole os inflamáveis e se for o caso chame os bombeiros.

Regras Básicas de Segurança

use máscara de proteção contra gases em locais de acidentes

8. Não entre em locais de acidentes sem uma máscara de proteção contra gases.

Regras Básicas de Segurança

verifique se está tudo em ordem e desligue tudo ao sair

9. Verifique se está tudo em ordem e desligue tudo ao sair do laboratório.

Regras Básicas de Segurança

use a cabine de segurança com protetor acrílico

10. Trabalhando com reações perigosas, explosivas, tóxicas ou cuja periculosidade você não está habituado, use a cabine de segurança com protetor acrílico  tenha sempre um extintor por perto.

Regras Básicas de Segurança

coloque o lixo em recipientes adequados

11. Nunca jogue no lixo os resíduos de reações químicas. Coloque-os em recipientes adequados.

Regras Básicas de Segurança

procure um médico indicando o produto utilizado

12. Em caso de acidente (por contato ou ingestão de produtos químicos) procure um médico indicando o produto utilizado.

Regras Básicas de Segurança

se atingir os olhos, abra bem as pálpebras e lave em água corrente

13. Se atingir os olhos, abra bem as pálpebras e lave em água corrente.

Regras Básicas de Segurança

retire a roupa impregnada e lave a pele com bastante água

14. Atingindo outras partes do corpo, retire a roupa impregnada e lave a pele com bastante água.

De maneira geral, as medidas de segurança para os riscos em laboratório envolvem: Conhecimento da Legislação Brasileira de Biossegurança. O conhecimento dos riscos pelo manipulador envolvem diretamente as regras básicas de segurança em laboratório.

Algumas Boas Práticas para um Laboratório Seguro

  • Lavar as mãos na entrada e saída do laboratório.
  • Nunca fumar, mascar chicletes, brincar no laboratório.
  • Começar as práticas somente depois de devidamente equipado.
  • Nunca improvisar.
  • Somente permitir entradas de pessoas no ambiente laboratorial que sejam necessárias a realização da prática.
  • Ter informações prévias sobre os aparatos e equipamentos.
  • Leitura prévia da FISPQ para começar a manusear substâncias. (FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos é um documento normalizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) conforme norma, ABNT-NBR 14725).

Essas são algumas práticas para o bom funcionamento de um laboratório, sabemos da diversidade de tipos de laboratório e suas especificações, usamos este post para exemplificar um modelo básico para sala de aula podendo acrescentar e ou retirar itens para o seu funcionamento.

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